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Experiências de Quase-Morte em cegos de nascença


Para mim, uma das áreas mais interessantes na investigação cientifica sobre a eventual* vida após a morte, são os estudos realizados às experiências de quase-morte.

Quem tiver interesse no tema, poderá ler o livro Experiências de Quase-Morte do Dr. Manuel Domingos, Presidente da Sociedade Portuguesa de Neuropsicologia (não é espírita), onde poderá encontrar o testemunho de muitos portugueses (alguns famosos), bem como os últimos estudos desenvolvidos pela ciência nesta área.


Obviamente, nem todas as hipóteses que a ciência arrisca neste momento vão ao encontro da teoria da vida após a morte do corpo físico, e mesmo para as evidências que apontam nesse sentido, são dadas possíveis explicações que não coincidem com a visão espírita, mas vale a pena ler este livro e estar informado sobre o tema em geral.

Mas dentro deste tema, existe um campo de estudo ainda mais interessante, que são os estudos a experiências de quase-morte vividos por cegos de nascença... ou seja, pessoas que nunca viram na vida e que durante a experiência de quase morte tem uma experiência visual, a qual descreveram e confirmaram junto de terceiros.

Para aqueles que tentam buscar uma explicação orgânica, afirmando por exemplo que o cérebro com falta de oxigénio desata a alucinar, já é difícil explicar as experiências de quase-morte onde visuais descrevem detalhadamente o que aconteceu com elas e/ou coisas que ocorreram à sua volta durante o período em que estiveram clinicamente mortos, agora invisuais de nascença com o mesmo tipo de experiência... já merecia um estudo sério da comunidade cientifica materialista, não?!

Os estudos mais conhecidos nesta área das EQMs com cegos, foram levados a cabo pelos psicólogos norte-americanos Kenneth Ring e Sharon Cooper (sugiro a busca na Internet para lerem sobre o tema) e são de facto impressionantes!

Deixo aqui um pequeno exemplo:



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e


*bem sei, para nós espíritas não existe dúvida quanto à vida após a morte, mas vamos deixar a expressão "eventual" para não criar atritos - (risos)

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2 comentários:

Anónimo

22.2.12

É espantoso! Mas não foi esclarecido como é que a Sr.ª explicou o que viu. Pelos vistos ela conseguiu associar a sua concepção do mundo, construida pelos outros sentidos, ao que ela viu. Que a ciência se pronuncie. Ao menos para dizer que não tem explicação...

VS

Francisco

22.2.12

É bem visto.

No livro do Dr. Manuel Domingos existem mais casos, num deles a rapariga que se viu do ar disse simplesmente saber que aquela ali deitada era ela (mesmo sem nunca se ter visto o espelho).

Ficamos a aguardar o que a ciência dirá sobre tudo isto :)

Abraço.

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