Independentemente de se concordar ou não com as opiniões de José Rodrigues dos Santos, é sadio que se investigue, que se questione. A fé bem arrumada nada tem a temer da busca da verdade. Só é pena que JRS não conheça a Doutrina Espírita, nem escritores como José Reis Chaves.

5 comentários:
22.10.11
Que Jesus era Judeu isso eu já sabia!
23.10.11
(...)é pena que JRS não conheça a Doutrina Espírita(...)?
E vocês pensam que são o que?
Certamente desconhecem um defeito chamado "soberba espiritual".
23.10.11
Olá Anónimo,
É pena que JRS não conheça a Doutrina Espírita porque tal lhe permitiría queimar etapas, ou seja, aquilo que ele procura já a Doutrina Espírita e pesquisadores espíritas como José Reis Chaves ou Severino Celestino da Silva analisaram a fundo. Assim, JRS anda nas imediações de O Código da Vinci, e ainda em "descobertas" que já não o são, tais como a dos irmãos de Jesus. Com a capacidade que ele tem, com uma base de trabalho melhor, poderia ir ainda mais longe.
Veja o caso do padre Mário de Oliveira, de quem já reproduzimos aqui alguns vídeos e cujo trabalho publicitamos com gosto. Não nos move nenhum sectarismo nem nenhumas pretensões de "luminosidade". Pelo contrário, congratulamo-nos com todas as iniciativas que busquem o esclarecimento e a paz, venham de quem vierem, venham de que sector filosófico, científico, religioso ou político vierem.
Temos defeitos, temos enormes limitações, cometemos muitos erros, não temos grande capacidade de expressão e domínio do Português, mas pelo menos damos a cara, cumprindo o dever de consciência de colocar a candeia sobre o alqueire, da maneira que acreditamos ser melhor. E cá estamos, à mercê da opinião de quem nos leia ou de quem insista em nos tresler.
É um risco que sempre corre quem se atreve a fazer alguma coisa. Só quem fica no seu cantinho muito quietinho, pensando só em si mesmo, é que não é censurado pelos que nada fazem mas têm sempre crítica afiada.
Abraço amigo,
M.
24.10.11
O José Rodrigues dos Santos sabe escolher os títulos para os seus livros para garantir as vendas dos mesmos. Já o Saramago usava a mesma técnica de marketing.
Pelas palavras do próprio José Rodrigues do Santos, no vídeo, concluímos que a investigação que ele levou a cabo é obviamente superficial e até algo infantil.
Ele chegou a uma opinião pessoal, muito limitada, sobre Jesus de Nazaré e quis apresentá-la como se se tratasse de um estudo profundo e cientifico. É assim que muitos jornalistas fazem hoje em dia...E por isso é que eu perdi a confiança em grande parte deles.
Contudo é bom que os homens públicos falem de Jesus, mesmo de forma ignorante, porque isso pode motivar estudos e debates que chamam a atenção das pessoas.
VS
24.10.11
Foi isso que eu quis dizer, Rogers e VS :) Este livro, pelo que nos é dado saber, sendo uma obra de ficção, quanto a factos históricos, não será propriamente uma inovação.
A vantagem que me parece ter é contribuir para combater o trauma que ainda existe acerca do questionar as Escrituras, e em particular a vida de Jesus. Como o próprio JRS diz, durante séculos, quem questionasse ia parar à fogueira. Ora se pessoas populares como este jornalista fazem estas declarações, isso vai conribuir para que muita gente posa descobrir Jesus, sem a ganga mitológica que já não satisfaz a razão amadurecida da Humanidade (ex.s: filho de uma virgem, Deus feito homem, milagreiro, etc..).
Abraços,
M.
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