Lembrou-nos o amigo e companheiro de lides espíritas João Eduardo, que faz hoje anos que nasceu Hippolyte Léon Denizard Rivail, Codificador da Doutrina Espírita, que ficou mais conhecido pelo pseudónimo com que assinou as suas obras: Allan Kardec.
Cientistas, líderes políticos, artistas, filósofos, santos, escritores, filantropos, oradores, e tantas outras figuras distintas, têm amiúde uma imagem pública distorcida e bem distante da realidade. Allan Kardec não foge a esse número.
Há um número considerável de simpatizantes do Espiritismo que ainda não leram as obras básicas, de conteúdo oriundo do mundo espiritual, mas compiladas, comentadas e publicadas, a expensas próprias, pelo nosso querido Allan Kardec. O Espiritismo está contido nessas obras, que foram elaboradas tendo em conta a Concordância Universal dos Ensinamentos dos Espíritos.
Sem desprimor para outras obras, que exprimem opiniões e impressões dos seus autores encarnados; ou desencarnados; é nas obras básicas que está a Doutrina Espírita.
Aos detractores da Doutrina Espírita não nos atreveremos a sugerir a leitura das obras básicas
O Livro dos Espíritos
O Livro dos Médiuns
O Evangelho Segundo o Espiritismo
O Céu e o Inferno
A Génese
A quem decidiu odiar ou troçar sem conhecer, nada há a sugerir.
Os materialistas declaram a priori que não pretendem perder tempo com qualquer obra que afirme que existe mais no Mundo que matéria. No entanto, a Ciência até já mostrou que não existe realmente matéria, mas que esta é energia condensada. Assim como mostrou que a matéria é energia, talvez a Ciência ainda não tenha dito a última palavra sobre tudo o que existe...
Aos religiosos não cristãos jamais ouvimos qualquer referência menos agradável ao Espiritismo. Budistas, Umbandistas, Candomblecistas, Hinduístas, Taoístas, Xintoístas, e tantos outros adeptos de expressões do Bem, ainda que não cristãs, pautam-se pelo respeito e pela tolerância. Ghandi admirava-se de os cristãos não seguirem os magníficos ensinamentos do seu Profeta, Jesus de Nazaré. Talvez os cristãos não leiam o Novo Testamento, e lhes tenha passado despercebido o Mandamento Maior:
Amar a Deus acima de todas as coisas; e amar o próximo como a nós mesmos.
Seja você espírita ou não-espírita, convidamo-lo a ler ou reler as obras de Allan Kardec.


1 comentários:
3.10.10
Espiritismo para cima, Espiritismo para baixo, era imperdoavel não lembrar do criador da Doutrima Espírita, que provocou uma revolução intelectual acerca das coisas do espírito. Sobretudo a evid~encia que a vida não acaba com a sepultura do... corpo no buraco do cemitério, foi acima de tudo um alertar a nível moral, que a nossa vida pode tornar outro rumo no caminho da felicidade eterna. Estas não são palavras de um qualquer fanatismo, mas quem ler os livros de Allan Kardec, facilmente chega á conclusão, que ali estão as resposta que durante uma vida procurou, mas que mais ninguém explicou ou escondeu. Quando essa realidade for o paradigma das boas práticas morais, concerteza não chegariamos ao estado negro da sociedade em geral. Lembrar Allan Kardec é sobretudo, voltar a trazer aos dias de hoje, a intrepertação simples das palavras daquele que foi o Homem mais importante do Planeta Terra: Jesus Cristo. É esta a personagem central de que muitos ganham dinheiro, mas que outros continuam a praticar a caridade e o amor ao próximo. Esta é simplesmente o nosso único caminho da felicidade. Dizer o contrário é não estar preparado para seguir esse caminho, e continuar a contribuir para o cinismo. orgulho, devassidão, escravatura. Muitos de nós vai ter que aprender a viver de novo, quantas e quantas encarnações forem necessárias para atingir a plenitude da vida eterna. Um abraço a todos aqueles como eu viram na pesquisade Allan Kardec a orientação para uma nova realidade. Ser-mos úteis a alguém é sem dúvida a melhor dávida que Deus (criador de todas a coisas) nos dá para que alcancemos novas realidades e novas vidas.Ver mais
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