Spiga

Um Vídeo de Divaldo

É uma bênção podermos contar com a presença física do nosso querido irmão Divaldo Franco. O acervo de palestras, livros psicografados, entrevistas, é enorme, e uma fonte inestimável de informação, para espíritas e não espíritas. Há quem o considere um Paulo de Tarso dos nossos dias.

Neste vídeo, Divaldo aborda a questão da sublimação sexual:


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4 comentários:

Ursinho de peluche

7.6.10

Sem dúvida um video interessante e que mostra que este senhor tem graves problemas. Ele renega uma condição humana que existe há milhares de anos. Que mal tem fazer sexo se existe desejo e paixão? Porque temos que renegar esses prazeres, que fortalecem o amor e a paixão... Realmente não compreendo. Mas percebo porque o senhor é solteiro e vai continuar a ser.

André

8.6.10

Olá Ursinho,

Já percebemos que a sua intenção aqui não é séria, é apenas de brincar com as coisas, com superficialidade, para a galhofa.

Está no seu direito, e por assim entendermos, publicamos os seus comentários.

Divaldo Franco não está a fazer a apologia da castidade. O que ele está a dizer é que é possível sublimar os impulsos sexuais, sem prejuízo do equilíbrio orgânico e psíquico.

No Espiritismo não renegamos o prazer sexual. Já não vivemos na Idade Média, quando se achava que o sexo era invenção do Diabo :)

O que achamos é que a sexualidade deve ser usada de forma responsável e disciplinada, como tudo na vida.

Neste caso, se acontece alguém ser celibatário, não será caso para se desesperar, pois é possível viver essa condição de forma harmoniosa.

Fique bem,

AA

Ursinho de peluche

8.6.10

Gosto da maneira como põe as coisas. As reacções mais fortes (químicas e físicas) existentes num ser humano, v. intitula-as de superficiais. Mas acreditar no espírito, isso sim, é mais profundo e real. A questão que tenho é a seguinte. Qual a finalidade de sublimar esses impulsos? O que ganhamos com isso como seres individuais? Uma pessoa tb pode viver subliminando uma perna ou um braço, mas com que finalidade?
Tem algum sentido isso para o desenvolvimento humano? Do meu ponto de vista nenhum.

Fique bem,

André

8.6.10

Olá Ursinho,

V. sabe perfeitamente que Divaldo não está a obrigar ninguém ao celibato. O que ele diz é que é possível ser-se celibatário e equilibrado.

Exemplos não faltam, aliás. Madre Teresa de calcutá, Francisco de Assis, o Dalai lama, o próprio Divaldo, tiveram ou têm ocupações tão absorventes que sublimam o apetite sexual.

Mas quem sou eu para dizer isto? Não sou psiquiatra nem nada que se pareça. No entanto, pessoas como o conhecido Júlio Machado Vaz, que até é especialista no assunto, também assim pensam.

Qual vem a ser então o seu ponto de vista aqui? Criar uma polémica artificial? Parece-me evidente que sim.

AA

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