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Alamar - "O centro de Convenções de Vitória da Conquista"


O centro de Convenções de Vitória da Conquista

A excelente repercussão em todo o Brasil




A mais recente matéria que eu mandei para o segmento de público espírita, para o qual eu escrevo, levou a notícia da construção de um grande, moderno e confortável centro de convenções, por iniciativa do movimento espírita da cidade de Vitória da Conquista, sudoeste da Bahia, cidade de porte médio, onde existem apenas 14 centros espíritas.

Trata-se de um centro de convenções com capacidade para 3.000 pessoas, mas que, para melhor conforto, serão disponibilizados apenas 2.000 acentos, além de um segundo auditório/teatro, para mais 800 pessoas.

Tudo sob a coordenação da União Espírita de Vitória da Conquista, UEVC (www.uevc.com.br), que marca a sua inauguração para o mês de setembro deste ano, quando ocorrerá a 57ª Semana Espírita da cidade, no período de 5 a 12. (semana da Pátria).

A matéria teve e continua tendo uma repercussão impressionante, repercussão essa que me convida a escrever mais, com objetivos de responder a diversos tipos de indagações de gente, de tudo quanto é canto do Brasil, pessoas que me responderam com muito entusiasmo, muita alegria, muita admiração e alguns até duvidando de que uma coisa desta pudesse acontecer, em se tratando de movimento espírita.

Tenho a alegria de informar que, em princípio, a receptividade da notícia foi a melhor possível, a maioria das pessoas agradecendo, aplaudindo e concordando que, de fato, o Espiritismo merece algo desse nível, conforme eu coloquei no título “O Espiritismo tratado com o carinho que ele merece”.

Mas preciso esclarecer umas coisas aqui, porque, a partir do momento que alguém acha uma coisa, é comum esse alguém sair espalhando o seu achismo pra todo mundo, como se fosse verdade.

Em um determinado centro espírita, uma pessoa amiga, do tipo que também sonha com um Espiritismo sendo tratado com carinho, do jeito que o Alamar sempre sugere, pediu a palavra no grande centro espírita, onde é trabalhadora, e contou pra todo mundo a notícia do Centro de Convenções de Conquista, impressionada, pelo fato de ser uma cidade de apenas 14 centros espíritas, não ser capital, não ser cidade grande e nem rica.

O público da platéia recebeu a informação com muita alegria, alguns chegaram a dizer “Poxa, bem que a gente poderia fazer a mesma coisa aqui na nossa cidade”, quando um outro dirigente da casa, ao pegar o microfone novamente, disse o seguinte:



- “Olha, gente. Eu também gosto muito do Alamar, mas vocês devem convir que o Alamar as vezes exagera demais. Ele tem uma mania de grandeza. Vá ver que deve ser um auditório para umas 500 pessoas, ele está falando em 3.000. Mas, se for, posso lhes garantir que deve ter algum ricaço, na cidade, bancando isto, porque eu não acredito que o movimento espírita de uma cidade desse porte, ainda mais com 14 centros espíritas, apenas, poderia fazer uma coisa dessa. Que tamanho seriam esses centros espíritas? É sempre bom a gente dar um desconto nessas notícias”.



Entendo a posição do nosso amigo e eu, também, pensaria a mesma coisa, em se tratando de movimento espírita. Mas o fato é verdadeiro e eu quero esclarecer mais aqui.

Não tem nenhum ricaço na cidade, bancando a obra não. Tudo é trabalho dos espíritas locais, mesmo, sem abrir mão da humildade, sem abrir mão da coerência doutrinária e sem objetivo nenhum de fazer espiritismo de ostentação, como alguns alegam, também, em e-mails.

É claro que na cidade tem espíritas lojistas, espíritas médicos, advogados, profissionais liberais, comerciantes, engenheiros, juízes, fazendeiros, etc... mas nada que se pode chamar de mega lojistas, mega fazendeiros e mega coisa nenhuma. São lojistas de pequeno porte, exatamente aquele mesmo porte que você encontra na grande maioria das cidades brasileiras. É um espírita que tem uma farmácia, uma loja de calçados, uma mercearia, uma loja de material de construção...

O que acontece em Vitória da Conquista, é que existe alguma coisa que se chama Espíritas Unidos. Isto quer dizer o seguinte: Se existe uma União Espírita, na cidade, ou no estado, obviamente o papel dessa União é, obviamente, unir os espíritas, não é verdade?

Só que o estabelecimento de união é alguma coisa que só se consegue conforme o nível de competência, visão, coerência, discernimento e, sobretudo, vivência doutrinária das lideranças locais.

Deixe eu dar um exemplo de como a coisa se processa, mais ou menos, naquela cidade, para que você tenha uma idéia.

Em cada mês, do ano, um dos principais Centros Espíritas da cidade, unido à União Espírita, é claro, realiza um evento que é chamado “Jornada Espírita”, quando levam expositores de fora, fazem jantares e promoções que também arrecadam recursos.

Tem a Jornada Espírita do Centro Humberto de Campos num mês, a do André Luis, no outro, e assim vai.

O detalhe, que vai impressionar a muita gente, é que quando o Centro Espírita André Luiz realiza a sua jornada, todos os outros centros da cidade dão apoio total, dão as mãos e fazem com que o evento fique grande.

Sei que muita gente vai dizer:

- “Mas, Alamar. Isto é impossível. Aqui na minha cidade, por exemplo, não vamos conseguir nunca uma coisa dessa, porque a ciumeira é grande demais, cada centro querendo ser melhor que o outro, um não apóia nada que o outro faz e até há casos de centros que proíbem que exponham cartazes de eventos promovidos por outros...”

Sei que isto existe, é verdade, e ninguém exagera quando faz esse tipo de relato. Mas aí é que está a diferença entre Espiritismo VIVENCIADO e Espiritismo apenas DE TEORIA.

No caso de Vitória da Conquista, há um Espiritismo de UNIÃO, de todos os espíritas pelo mesmo ideal, pela causa; já em outras localidades, conhecemos muito os espiritismos do tipo “do meu centro”, “tudo se resume ao nosso centro”, “não nos interessa o que os outros fazem”.

Em setembro, por ocasião do evento maior da cidade, A SEMANA ESPÍRITA, todos os centros param as suas atividades, para se dedicarem, integralmente, à Semana Espírita. Só a Juventude Espírita, tem mais de 300 jovens treinados trabalhando no evento.

Vou lhes contar uma experiência:

Há alguns anos eu me mudei para uma determinada cidade. Conhecido, por conta das minhas aparições pela televisão, para todo o país, fui convidado para fazer palestras em vários centros dessa cidade e das cidades circunvizinhas. Fiquei com a agenda cheia.

Em um desses centros espíritas, enorme por sinal, conheci um dos expositores da casa, excelente, maravilhoso e que, além de tudo, é um médium notável, com uns 6 livros publicados, na época, livros de qualidade. Ficamos amigos e ele, inclusive, colocou-se à disposição para me levar, de carro, à noite, nos próximos centros onde eu faria as próximas palestras.

Pois bem.

Eu, que era de fora, o apresentei para os dirigentes das outras casas espíritas, porque ninguém o conhecia, por incrível que pareça. Detalhe: Ele é filho da terra.

Agora veja se pode: Um cara de fora chega na cidade e apresenta um expositor espírita para os centros espíritas dessa cidade. É normal isto?

A partir daí, agendaram palestras com ele, também, e o público de todas essas outras casas passaram a amá-lo, também.

Conclusão: Na cidade há uma cultura de cada espírita no seu canto e nada além do seu canto. Estamos fazendo o nosso trabalho aqui, não sabemos o que os outros fazem em suas casas e nem nos interessa.

É isto que acontece.

Há lugares que tem casas federativas que, embora tenha gente boa também, são verdadeiros zeros à esquerda, porque criaram a tradição de ninguém dar bola para elas. E não há qualquer movimentação eficiente e dinâmica no sentido de modificar isto, porque ainda tem aquela conversa do conservadorismo, do “tudo tem seu tempo”, “a natureza não dá saltos”, “a espiritualidade sabe o que faz”... É lamentável isto.

Há lugares em que a federativa tem alguns centros espíritas adesos, outros não e outros que nem querem saber de conversa com ela.

Vitória da Conquista conseguiu superar isto. E é por isto que as coisas funcionam.

Não tem aquele negócio de centro espírita ter ciúme de outro e muito menos de ver o outro como se fosse uma espécie de concorrência.

Será que, ao falar essas coisas, o Alamar está dizendo coisas que, são verdadeiras, mas não devem ser ditas?

Vou contar outro caso, que é bem real.

Numa determinada cidade, enorme, existe uma mega instituição espírita, que tem um trabalho assistencial maravilhoso, não resta a menor dúvida. Por conta desse trabalho bonito que ela faz, é muito comum, na cidade, que pessoas idosas, que não têm herdeiro nenhum, façam testamentos documentando que, ao morrerem, todos os seus patrimônios devem ficar para essa instituição.

Devido ao porte da cidade, você, que está lendo este email, não tem idéia da quantidade enorme de casas, apartamentos e gigantescos terrenos, inclusive vários deles muito bem localizados, que esta instituição possui. É algo simplesmente astronômico, coisa impressionante.

Agora, vamos raciocinar:

Imagine se essa instituição, num entendimento lúcido e em benefício da causa, se conscientizasse que as doações desses valorozíssimos imóveis foram feitos para o Espiritismo e não para as pessoas físicas dos membros do seu conselho diretor, se espelhassem no exemplo de Vitória da Conquista e doassem para a “união” espírita local pelo menos um desses terrenos, que daria para construir um centro de convenções para 10 mil pessoas, e não apenas para 3 mil, com estacionamento e tudo, e doassem, também, outros imóveis, para que fossem vendidos em troca de recursos para a construção da obra?

Em princípio estariam doando DE GRAÇA o que DE GRAÇA receberam. Estariam doando para a CAUSA ESPÍRITA. Nada contra, né?

Detalhe: Esse espaço, como em Vitória da Conquista, atenderia aos grandes eventos espíritas, que se fazem necessários, inclusive os congressos do Estado, e, ao mesmo tempo, poderia ser alugado, tranquilamente, para a realização de eventos diversos da cidade que, embora uma metrópole, com vários outros espaços com esta finalidade, ainda tem carência de espaços, tamanho é o volume de eventos que se realiza nela todas as semanas do ano.

Mas não fazem, porque “no que é nosso, ninguém mexe”. É preferível deixar os imóveis fechados, entregue aos morcegos e as baratas e os terrenos absolutamente abandonados e ociosos do que dar utilidade à eles.

De que adianta acumular tanto patrimônio, sem utilidade alguma? Para quê?

É por isto que eu disse que entendi a reação do outro dirigente do centro, no caso que relatei em parágrafo anterior. É natural ele achar que o Alamar estivesse exagerando, quando passou para o Brasil e para o mundo espírita um exemplo extraordinário, com é este de Vitória da Conquista.



57ª Semana Espírita de Vitória da Conquista



Visite Vitória da Conquista, participando do seu extraordinário, emocionante e empolgante evento, que é um dos maiores eventos espíritas do mundo. Vendo, com seus próprios olhos, você conferirá se o Alamar está exagerando em alguma coisa.

Lembro-me que, há alguns anos atrás, morando em Belém do Pará, eu sempre comentava sobre como era o Espiritismo em Vitória da Conquista e como era a sua semana espírita. Algumas pessoas diziam:

- “O Régis é exagerado. Dê um desconto nisso que ele tá dizendo”

Aí eu comecei a mostrar gravações que eu fazia em fitas de vídeo cassete, pra todo mundo, quando, então, resolveram fazer uma caravana maravilhosa para irem até aquela cidade.

No último dia do evento, quando fazíamos as despedidas, todo mundo emocionado, eu entrei no ônibus e perguntei:

- “E aí, gente? Eu exagerei em alguma coisa, quando dizia para vocês, lá em Belém, sobre a semana espírita de Conquista?”

Quase todos responderam que o que viram era muito mais do que tudo o que eu havia dito e que eu havia até economizado palavras, para falar sobre o evento.

Se você gosta de viajar, principalmente pessoas aposentadas, organize alguma caravana aí na sua cidade, seja caravana de ônibus ou de Vans, que vai valer a pena. Eu duvido que você não vá querer voltar no ano que vem, levando várias outras pessoas da sua cidade. Eu vou estar lá.

Entre em contato, agora, com antecedência, com a União Espírita de Vitória da Conquista, a fim de acertar os detalhes, porque eles tem contatos com toda a rede hoteleira da cidade, os preços são atraentes, existe, também, estrutura de hospedagem de visitantes, enorme, montada no centro Espírita Humberto de Campos, que já é adaptado para isto, de forma confortável e bastante agradável, sobretudo quanto ao que comer. (Barreto, nessas alturas deve estar falando: Alamar não consegue falar deste evento, sem falar no que comer. Ora, não faz mal se preocupar em alimentar também o perispírito, uai).

Entre no site www.uevc.com.br que lá tem todas as instruções. Mande e-mail para lá, peça maiores informações.

Posso lhe garantir:

Você vai se emocionar ao ver a realidade do centro de convenções, espírita, que eu falei, mas vai se emocionar muito mais com a beleza de um movimento espírita alegre, feliz, unido, pra cima, coerente, coeso e sobretudo carinhoso, que sabe aplaudir de pé e receber os seus convidados com rosas nas mãos.

União Espírita: uevc@uevc.com.br site: www.uevc.com.br Se quiser mandar email, pelo FALE CONOSCO do site, bom também.

Email do Antonio Barreto: barreto@uevc.com.br, e antoniobarretofilho54@gmail.com



Para a apreciação de todos.



Carinhosamente.



Alamar Régis Carvalho

alamar@redevisao.net

Ah, tem outra coisa: Você, que gosta do Alamar, dê uma entradinha em nosso site: www.redevisao.net bote o seu e-mail lá, na opção QUERO SABER MINHA SENHA, pegue uma senha, e atualize os seus dados no nosso banco de dados. É que eu me correspondo com muita gente, nunca mais fiz estatística, e gostaria de saber um pouco mais o perfil do público atual, com o qual me correspondo. Se você recebe e-mail meu, com certeza tem registro seu lá e uma senha existe. Basta botar o e-mail, que ela segue, também por e-mail, na hora.

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