“Em nossa infância, e na primeira juventude, frequentava a Igreja Católica com o mesmo respeito com que nos dirigimos hoje a uma reunião espírita cristã, e sempre sentimos, reconhecemos, dentro da Igreja Católica, prodígios de espiritualidade inimagináveis.
Muitas vezes, principalmente nas missas da manhã, quando era possível a comunhão de vibrações espirituais de todos os crentes numa só faixa de espiritualidade e de fé em Jesus, tivemos oportunidade de ver espíritos santificados que abençoavam as hóstias, e elas se transformavam como se fossem flores de luz, que o sacerdote oferecia na mesa da comunhão.
Muitas vezes, principalmente no altar daquela que nós veneramos como sendo a nossa Mãe Santíssima, vimos irradiações de luz que alcançavam toda a assembleia, do altar consagrado a Santa Teresinha de Lisieux, muitas vezes vi repartirem rosas trazidas por criaturas desencarnadas, amigos e amigas católicos da cidade de Pedro Leopoldo, sem que eu pudesse explicar o fenómeno.”
Chico conta, ainda, que as hóstias iluminadas, quando recebidas por pessoas de fé, não se apagavam ao serem ingeridas por elas, sendo absorvidas, de preferência, pelos órgãos que estivessem atacados por alguma enfermidade. Por outro lado, nas pessoas que comungavam sem fé, as hóstias se obscureciam, assim que lhes tocavam os lábios.
Por outra parte, Divaldinho Mattos conta-nos no seu livro Chico Xavier em Pedro Leopoldo, que aos 19 anos de idade é eleito 2º Secretario da União Auxiliar Operária, entidade filantrópica sem fins lucrativos.
Subempregado, sem disponibilidade de tempo, Chico, jamais recusava convites para participar de organizações e movimentos de interesse social.
Aos 23 anos de idade, quando o Parnaso de Além-Túmulo já havia sido lançado, Chico foi eleito como 1º Secretário do Pedro Leopoldo Futebol Clube.

0 comentários:
Enviar um comentário