Circula pela internet, com um monte de gente retransmitido, um e-mail de autoria de um companheiro, chamado Jorge Hensen, que tem este título: “Cobranças em eventos espíritas”, que, em nova versão, veio com o novo título "Industrialização dos eventos espíritas".
Trata-se de um artigo escrito por mais um dos defensores de uma tal “pureza” doutrinária, que nada mais é do que um festival de hipocrisia, incoerência e carência absoluta de bom senso, que acham que somente eles conhecem o Espiritismo e que todos os outros são ignorantes e analfabetos, sem a menor capacidade de perceberem o que deve e o que não deve ser feito, em relação à nossa coerente, racional e sensata doutrina.
Eu já escrevi sobre este assunto, com o mesmo título de agora (por isto eu coloquei o 2), mas como há insistência de tráfego do tal artigo, acho interessante continuar abordando o tema, para a apreciação de todos, principalmente daqueles que não estão, ainda, com as suas convicções espíritas sólidas, para que eles não se tornem espírita bobos, como muitos, principalmente neste momento em que vivemos um ano especial, para o Espiritismo, no Brasil, devido aos filmes, ao trabalho da Globo e ao surgimento do terceiro Congresso Espírita Brasileiro, que surpreende a todos com o seu bom gosto, num explícito processo de evolução no entendimento de um espiritismo que deve ser alegre, bonito, pra cima, e não aquela coisa antiga que mais parecia doutrina de masoquistas, que muitos insistem em que continue a ser.
Escrevi, também, o artigo: “Dai de graça, o que DE GRAÇA recebestes”, dando muita ênfase ao que “de graça recebestes”, o que fica claríssimo para qualquer espírita racional que o ensinamento do Mestre não nos manda dar TUDO de graça e sim aquilo que recebemos de graça.
Se um espírita é dono de uma padaria, por exemplo, para fazer o pão ele tem que pagar pelo trigo e pelos outros ingredientes, tem que pagar a energia elétrica, aos padeiros, ao funcionário do caixa, os impostos, etc... Como é que ele poderia dar o pão de graça, para as pessoas? Que milagre ele teria que fazer?
Se para fazer aquele produto ele não recebeu nada de graça, por mais caridoso que fosse, teria condições de dar de graça?
Só mesmo uma mente extremamente equivocada e desprovida de bom senso para querer que ele desse o seu produto de graça, só pelo fato de ser espírita.
Talvez o radical diga: “Mas você está apelando, Alamar, uma padaria não é um centro espírita e não se trata aí, no exemplo, de evento espírita.”
Analisemos, então, quanta “coerência” pratica essas criaturas, “angelicais”, que condenam os pagamentos de taxas de eventos espíritas:
Se você visitar um centro espírita que é dirigido por um desses, vai verificar que existe alguma livraria que vende os livros, aos freqüentadores. Aí você questiona:
- “Por que vocês não dão os livros de graça, para as pessoas, já que são extremamente radicais em relação a achar que TUDO tem que ser dado de graça?”
É quando você vai ouvir a incoerência responder:
- “Mas os livros são vendidos, para arrecadar recursos para bancar as despesas da instituição, que existem e não são poucas”.
- “E, por acaso, a taxa de inscrição cobrada para assistir o Congresso Espírita Brasileiro, no local onde ele foi realizado, teve objetivo de enriquecer o Nestor Masotti, o Cezar Perri, o Rabelo ou algum diretor da FEB? Eles ganharam alguma remuneração, para fazer aquilo?”
É impressionante, gente, o coeficiente de irracionalidade desses companheiros, o quanto eles são chatos, o quanto vivem a procurar pêlo em ovo, já que, diante de uma roseira, só conseguem procurar pelos espinhos, sem a menor disposição de apreciar a beleza das rosas.
Você tem idéia de quanto custou só o aluguel do centro de convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, para a realização do Congresso Espírita, em condições de caber aquele montão de gente?
Trezentos mil reais!!!!!
- “Ah, mas não precisava fazer o congresso num ambiente daquele!”
- “Faria onde? no meio da rua, numa grande praça pública com todas as pessoas sentadas no chão, inclusive pessoas idosas? Que tal você levar a sua mãe, para se sentar no chão durante horas e horas, sujeita a sol e chuva? Será que ela iria gostar?”
- “Mas quando se cobra inscrição para um evento espírita, está discriminando os que não podem pagar. Estão elitizando o evento espírita, tirando o direito do pobre, de assistir. Estão industrializando a doutrina”.
- “E porque esse pobre, que gosta tanto de ouvir palestras espíritas, não aproveita para encher os centros espíritas, pertos das suas casas, que oferecem palestras de graça o tempo todo?”
- “Será que essas pessoas, que você qualifica como pobres, querem mesmo participar dos eventos espíritas?”
Gente, o que acontece é uma verdadeira palhaçada, que alguns espíritas fazem, em relação a esse segmento da população que eles qualificam como “os pobres”.
Na cabeça deles, todo pobre é vítima, é coitadinho, é necessitado de apoio e é abandonado pela sociedade. É daí que surgiu essa onda de achar que Caridade, pra ser Caridade, tem que se resumir em dar sopa para pobre.
Vou mandar um recado aqui para o meu amigo Divaldo Franco:
"Di, em nome da pureza doutrinária, está proibido cobrar inscrição em evento espírita. Te vire, faça um curso de mágico e materializador de dinheiro, para dar comida às mais de 3 mil bocas, na Mansão do Caminho, mas não pode mais cobrar nada. Peça a Joanna de Ângelis pra começar a fazer uns milagrezinhos financeiros. Dê seu jeito."
Na cabeça desses evoluidinhos, não existem pobres preguiçosos, safados, frios, indiferentes, orgulhosos e até ladrões. Todo pobre é, necessariamente, humilde. Uma pena que não sabem o real significado da Humildade.
Quero repetir algo que já perguntei diversas vezes, desde os tempos do Espiritismo via satélite: Quem foi que disse para os espíritas que pobre adora sopa?
Na cabeça, de racionalidade atrofiada, desses companheiros, os eventos espíritas têm que ser de graça, para que TODOS OS POBRES que desejarem ir, possam ir e sentar a vontade, confortavelmente, nas poltronas do auditório.
E aí eu faço duas perguntas:
1) E se aparecerem cinco mil pobres, mas o auditório couber apenas dois mil? Como é que vai ficar? Estaríamos pecando, porque privilegiamos apenas os que chegaram primeiro, deixando três mil coitadinhos, discriminados, do lado de fora, não é?
2) E quem pagaria as despesas de aluguel do auditório que, por sua vez, tem que pagar a conta de luz para manter funcionando um potente sistema de refrigeração do ambiente e outras despesas naturais de manutenção?
É um absurdo, a forma como esses espíritas chatos criam problemas onde não existem e não param pra raciocinar.
Na cabeça dessas criaturas, certamente portadoras de traumas ou comprometimentos terríveis, que já trazem do passado, em relação a dinheiro, sempre há alguém enriquecendo a custa de eventos espíritas que cobram taxas.
Eu estava de pé, em frente do stand da TV CEI, quando uma senhora encostou e perguntou para uma menina pra onde vai o dinheiro arrecadado com a venda dos produtos, livros e CDs, que a nossa TV vende no ar.
A menina respondeu que o dinheiro vai para o Conselho Espírita Internacional que, por sua vez, repassa uma parte para a televisão produzir a sua programação e pagar as suas despesas.
Ela discordou, energicamente, dizendo que está tudo errado, argumentando que todo dinheiro arrecadado por evento espírita tem que ir para creches, centros espíritas e, obviamente, pra comprar sopa para pobre.
Agora um recado, para o meu amigo Richard Simonetti:
"Richard. Eu tive uma boa idéia. Plante uma árvore igual a esta, que está em baixo, para nascer dinheiro pra você manter o CEAC. Mas tem uma dica: Ela precisa ser regada, todo dia, com água fluidificada, senão o dinheiro não nasce."
É como eu falei: Na cabeça de muitos espíritas, Caridade tem que ser esmola. Tem que se resumir em dar sopa para pobre ou sustentar creche para, também, alimentar crianças pobres.
Questionemos:
Peguemos um determinado montante de recursos e apliquemos na compra de ingredientes para fazer um sopão, agora, para alimentar mil pobres. Façamos a sopa e vamos distribuir, permitindo, inclusive, que alguns deles, que estão morrendo de fome, agora, comam até dois pratos. Maravilha. A fome deles passa, agora, por alguns instantes. Daqui a oito ou dez horas vão estar morrendo e fome, novamente.
Você, espírita, que tanto defende a sopa para pobre, vai ter recursos para dar café da manhã, almoço e jantar para todos eles, todos os dias?
Então deixe de hipocrisia, porque para matar a fome orgânica de alguém, tem que dar comida para esse alguém todos os dias.
Agora vamos aplicar o dinheiro de outra forma:
Invista em um bom programa da TV CEI, que hoje está falando para 15 cidades, pela TV a cabo, além de chegar via satélite para vários lares, talvez chegando a um milhão de pessoas.
Faz de conta que, desse público, a sua mensagem chega a um milésimo, ou seja, mil pessoas (o mesmo número de pobres), onde tem gente já preparada para fazer um aborto amanhã, outros alimentando a idéia de se matar, algumas mulheres planejando envenenar o marido para ficar com o dinheiro do seguro (acontece muito mais do que você imagina), outros querendo dar um golpe na empresa onde trabalham, outros planejando uma vingança, outros em profunda depressão por não ter informações de como administrar esse mal terrível... enfim, problemas os mais diversos possíveis.
Aí essas pessoas, que viram a televisão espírita “por acaso”, recebem um verdadeiro impacto pela informação nova, que faz uma reviravolta enorme na sua cabeça. As que estavam já certas para praticarem o aborto amanhã, desistem da idéia e deixam a criança nascer; os que queriam se matar, desistem do suicídio porque passam a saber que apenas o corpo morre mas o espírito continua em sofrimento pior ainda; a mulher desiste de assassinar o marido; as depressões vão embora porque muitas pessoas perceberão que “só são solitárias as pessoas que não são solidárias”... enfim, transformações DEFINITIVAS acontecem na vida de mil pessoas.
É aí que eu pergunto a muitos espíritas, partindo do princípio que espírita deve ter juízo, deve ter um mínimo de inteligência e capacidade de raciocinar:
O que valeu mais a pena, a Caridade da sopa, que fez o pobre voltar a ter a mesma fome, oito ou dez horas depois, não tendo resolvido nada, ou a Caridade da divulgação da doutrina, que proporcionou transformações marcantes e definitivas, ao mesmo número de pessoas, tendo evitado vários assassinatos de crianças indefesas e várias tragédias na vida de muita gente?
E tem outra coisa: Dessas pessoas, que receberam a informação da doutrina, você já pensou também na possibilidade do despertamento em algumas delas, talvez com recursos, que possam se disponibilizar em também ajudarem creches ou lares de idosos?
É questão de raciocínio, gente!
O dia que a hipocrisia for abolida do nosso movimento, o Espiritismo fluirá mais rapidamente e mais eficientemente no mundo.
Que todos possam ter certeza de uma coisa:
Esse pessoal que vive a criticar as cobranças nos eventos espíritas, para angariar recursos para pagar as DESPESAS que de fato existem, já que esses eventos não conseguem nada de graça, são pessoas perturbadas, problemáticas e que, com certeza, não possuem obra nenhuma e não tem condições para avaliar o que seja, por exemplo, a luta de um Divaldo para alimentar aquelas milhares de bocas que tem que dar comida, todo dia, na Mansão do Caminho; de um Richard Simonetti, para bancar as despesas do CEAC, atendendo também a milhares de pessoas; de um Raul Teixeira, que rala para manter o Remanso Fraterno; de um Alberto Almeida, para bancar o Jardim das Oliveiras, de um Medrado, para manter as obras da Cidade da Luz e de todos os demais confrades que mantém obras de assistência espírita.
Atenção, José Raul Teixeira:
"Plante dinheiro e faça como esse cara aí em baixo, regue-a todo dia com água fluidificada. Em três meses o dinheiro nasce. Os recursos vão aparecer, para você manter o Remanso Fraterno e você não vai precisar mais vender livro nenhum. Terá que dar tudo de graça."
Eu quero dar uma sugestão aos amigos, quando se vêem diante desses espíritas que tanto vivem a patrulhar a conduta dos outros. É uma sugestão que eu costumo fazer, há muito tempo, desde que um amigo espírita, psicólogo experiente, me deu há vários anos atrás:
Procure observar atentamente, se possível até investigar, a vida dessas pessoas. É quando você vai perceber que, geralmente, são criaturas que não produzem absolutamente nada, não ajudam a ninguém, não dão ajuda a obra nenhuma e o máximo que fazem, quando chegam a uma instituição espírita, é tecer críticas.
Lembro-me que durante todo o meu tempo de divulgação da doutrina, quando eu anunciava algum produto para venda, como anuncio até hoje, o "Evangelhão", o "Espiritão" e os DVDs, sempre apareceu gente para perguntar pra onde vai o dinheiro. Quando você vai verificar nas suas anotações quem são essas pessoas, vai perceber que se trata de gente que nunca deu qualquer ajuda para o seu projeto, não compra absolutamente livro nenhum e não tem participação nenhuma.
É aí que dá vontade de mandar esse tipo de gente...
Mandar pra onde, Alamar?
Deixe pra lá. Se eu for cem por cento autêntico, aqui, alguns amigo amigos vão dizer que eu estou faltando com a caridade. Outros vão achar que não podem retransmitir meus artigos.
Mas é sempre assim, meus amigos. Quem mais patrulha e mais critica é quem menos ou nada produz.
O evento espírita que tem despesas deve ser cobrado, sim, as pessoas que participam, pagando, quase que unanimemente saem de lá felizes da vida e muitos chegam até a dizer: Se custasse cinco vezes mais, ainda seria barato.
Atenção, Nestor Masotti:
"Vou lhe dar uma receita, que um espírito amigo me ensinou: Plante milho, no jardim da FEB e mande que apliquem passes em todos os pés, três vezes por dia, desejando muita paz para todos eles. Regue também com água fluidificada. Quando você for colher as espigas, elas estarão cheias de dinheiro dentro, como essas aí ao lado. Aí a FEB não precisará mais cobrar inscrição nos congressos."
Eu conversava com velhos amigos queridos, de Belém do Pará, que encontrei no evento, e todos eles diziam: Valeu muito a pena sair de tão longe e vir aqui em Brasília, participar de tão especial evento. Na foto em baixo eu estou com minha amiga, Nágila Viana, Presidente da União Espírita Paraense, que ficou emocionada, empolgada e feliz com o evento. Ela pagou a sua inscrição e adorou tudo.
É importante que todos os espíritas se conscientizem de que o que não pode ser cobrado é entrada no centro espírita, no dia-a-dia, a aplicação de um passe, a mensagem mediúnica, a revelação de uma vidência, o atendimento fraterno no centro espírita, o cachê para se fazer uma palestra espírita e por todas as coisas que, de fato, a gente recebeu de graça.
Fora isto, qualquer crítica a cobrança de taxas para eventos espíritas, é produto da demagogia. Quando se fala em industrialização de eventos espíritas, então, como essas figuras agora deram para falar, trata-se de apelação barata que, muitas vezes, chega ao ridículo
É óbvio que existem espertalhões que se aproveitam de tudo, em benefício próprio, e não podemos ignorar isto. Agora mesmo, com essa super divulgação do Chico Xavier, eu já vi até bonequinho do Chico sendo vendido no centro de São Paulo, com bonezinho na cabeça e tudo. Muitas editoras vão aproveitar para lançar livros até para falar sobre o pinico que o Chico usava embaixo da cama, (acho que ele usou pinico, por algum tempo), deve aparecer mais aquelas tais “dietas” para emagrecer, supostamente do Chico Xavier, que de vez em quando são publicadas em jornais e até “Casa de Vidência, Chico Xavier” vão inventar, cobrando preços módicos: "Atenção! Passe simples é dez real, com vidência é quinze".
Mas daí a generalizar todo mundo, como mal intencionado e praticante da industrialização do espiritismo, há uma diferença muito grande.
Falta bom bom senso, gente. Insisto em pedir aos amigos leitores que não se deixem levar pelas orientações equivocadas dos dirigentes do mau gosto que, infelizmente, ainda estão aí encarnados com o pé no freio, brecando a evolução do Espiritismo.
Para a sua apreciação.
Carinhosamente.
Alamar Régis Carvalho
alamar@redevisao.net
http://www.redevisao.net/








2 comentários:
26.4.10
Antes de tudo, parabéns pelo artigo, somente um espirito iluminado e bem assistido como você, poderia diluir a quem quiser escutar, palavras a esse bando de hipocritas que se escondem atrás da doutrina espirita para cobrir suas mazelas e sua falta de estudo.
Para mim, sempre foi claro que o entendimento por parte de tantos dirigentes e ditos trabalhadores espiritas, não passavam pelo estudo doutrinario mais sim pelas suas interpretações.
Tenhos amigos dirigentes que ainda vão no supermercado brigar pelas sobras para manter a "cestinha" para os mais necessitados, e o pior com o pensamento que senão tiver isso, os mesmos não voltam na próxima semana.
Estou na USE Intermunicipal de São Jose do Rio Preto a mais de 5 anos, e sou sincero em dizer, por mais que busquemos recursos para a divulgação do movimento, no máximo, panfletos e um cartaz aqui outro ali.. O sonho de ver um OUTDOOR na entrada da cidade, com a cara de KARDEC e CHICO dando as boas vindas a todos que chegam, está longe de ser concretizado com venda de pizzas ou conscientização.
Um comercial de 10 segundos na GLOBO so com a mensagem - CONHEÇAM A DOUTRINA ESPIRITA + o site. vixi, sei que com um pouco mais de esforço podemos conseguir, mais nem pensar em chamar o povo pra participar, conseguem desmotivar até desencarnado.
As reuniões são pouco aproveitadas, a visão turvae falta do sentimento de unificação uma lastima.
E tem gente que fala que a palavra UNIR é sinonimo de Juntar, pelo contrário o movimento de unificação existe na cabeças de poucos que ainda assim, vêem a coisa voltada para o material (unir casas espiritas) e não a mensagem como um principal objetivo.
É uma pena..
Fiquemos com a espiritualidade pois essa não nos abandona nas lutas diarias.
FERDINANDO GALERA
VICE-PRESIDENTE (que adianta)
USE INTERMUNICPAL S J RIO PRETO
www.twitter.com/redeespirita o maior canal de divulgação da doutrina espirita no twitter.
14.10.10
eu até entendi,e tem sentido mas não precisa ter esse desespero para fazer entender tais cobranças,
Quem quizer pagar, pague quem quizer entender,entenda.
DAR MUITO ASSUNTO PARA ISSO É PERCA DE TEMPO,POIS O QUE IMPORTA É A CONSCIÊNCIA, ELA ESTÁ LIMPA?ENTÃO! O NOSSO PAI TUDO VÊ ISSO É O MAIS IMPORTANTE.
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