Algo que nos agradou no programa "Depois da Vida", foi que não se caiu na confusão habitual entre Espiritismo e mediunidade. Espírita é uma pessoa que simpatiza com a filosofia espírita. Médium é alguém com percepção extra-sensorial, i.e.: toda a gente!
Perguntas aos Espíritos, não se fazem. Chamar os Espíritos, não se chama. Os médiuns espíritas dispõem-se a facilitar a comunicação, falada, escrita, visual, sensitiva, entre os dois lados da Vida. Se ela ocorre, com a devida permissão de Deus, é com fins humanitários e científicos.
E é, naturalmente, uma actividade gratuita, como todos os serviços espíritas.
Na imagem, o brasileiro Divaldo Pereira Franco. Professor de formação, trabalhou na administração pública, e, depois de se ter reformado, dedica-se a tempo inteiro ao Espiritismo, proferindo palestras por todo o mundo. Ocupa-se da instituição de caridade de que é co-fundador (a Mansão do Caminho).
É médium, de psicografia, psicofonia e vidência. Os livros que escreveu sob inspiração de diversos Espíritos, são bem conhecidos em Portugal.
Divaldo possui diversos doutoramentos honoris causa e outras homenagens, e já representou a Doutrina Espírita na ONU. As honras oficiais não o envaidecem, nem a nós, espíritas, mas são justa expressão de reconhecimento e carinho. Divaldo é uma figura querida de espíritas e não espíritas, pela sua dedicação ao Próximo. Há que lhe chame um "Paulo de Tarso dos nossos dias".


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