A paz esteja convosco!
Manoel Philomeno de Miranda (Médico, Escritor e Conferencista. - Brasil: 1876-1942), vem ao seu encontro através da sua obra "Trilhas da Libertação", psicografada por Divaldo Franco, proporcionar-lhe a Reflexão: "Alcoolismo e Obsessão".
Que esta contribua para o seu esclarecimento espiritual, vivido com muita paz e harmonia na tranquilidade do seu lar;
Pense, também, nos seus amigos e outros semelhantes, que poderão desfrutar dos benefícios do mesmo esclarecimento, se você lhes fizer o encaminhamento deste e-mail;
Estaremos ao seu dispor para qualquer esclarecimento sobre a matéria.
Colabore com JESUS no derramamento da luz (AMOR E SABEDORIA) sobre toda a carne (HUMANIDADE).
Fraternalmente.
O Aprendiz
ALCOOLISMO E OBSESSÃO
O alcoolismo é um dos maiores inimigos da criatura humana. É de lamentar-se que o seu uso seja tão generalizado e, infelizmente, haja adquirido status na sociedade. As reuniões, as celebrações e festividades outras, sempre se fazem acompanhar de bebidas alcoólicas, responsáveis por incontáveis danos ao organismo humano, à sociedade. Acidentes terríveis, agressões absurdas, atitudes ignóbeis decorrem do seu uso, além dos vários prejuízos orgânicos, emocionais e mentais que acarretam.
Verdadeiras legiões de vítimas se movimentam pelas avenidas do mundo, como enxameiam nos campos, permanecem nos tugúrios da miséria ou nas celas sombrias dos cárceres e dos hospitais, apresentando o triste espectáculo da decadência humana. Milhões de lares sofrem os infelizes lances da sua crueldade.
No inquietante momento em que o uso das drogas é responsabilizado pela vigência de inumeráveis crimes hediondos, e se levantam muitas vozes em protesto, buscando encontrar as causas sociológicas, psicológicas e outras, para explicar a avalanche sempre crescente e assustadora de viciados, urge que se estudem também os problemas do alcoolismo e suas consequências, não menos alarmantes.
O alcoolismo, ou a dependência do uso exagerado de bebidas alcoólicas, constitui-se um grave problema médico, em face dos danos que causa ao organismo do indivíduo e ao grupo social no qual este se movimenta. A sua gravidade pode ser considerada pelo número dos internados em hospitais psiquiátricos com desequilíbrios expressivos. As recidivas, após o cuidadoso tratamento, são numerosas, não se considerando que as suas vítimas ultrapassam em grande número as outras toxicomanias.
Na antiguidade, o uso de bebidas alcoólicas tornou-se comum e quase elegante, caracterizando uma forma ou de fuga ante os desafios. Acreditava-se, no passado, que o álcool e seus derivados diminuíam as angústias e tensões, posteriormente se afirmando ou se justificando possuírem propriedades fisiológicas, produzindo estímulo e vigor orgânicos.
O alcoolismo decorre de muitos factores, entre os quais a personalidade e a tolerância do organismo do paciente, variando com a idade, o sexo, hereditariedade, hábitos e costumes, constituição e disposição orgânica.
Pode ser resultado de causas ocasionais, secundárias, psicopáticas e conflituosidade neurótica.
Experiências ocasionais, uso após problemas de natureza orgânica e mental – como na epilepsia, na arteriosclerose cerebral -, compulsão pela hereditariedade e o condicionamento após o hábito, resultando na conflituosidade neurótica.
No começo, o indivíduo pode experimentar euforia, dinamismo motor, porém vai perdendo o controle, o senso crítico, tornando-se inconveniente. Com o tempo, surgem outros distúrbios orgânicos, tais as náuseas, os vómitos, a incontinência urinária e, por fim, o sono comatoso, no estado mais avançado.
À medida que a dependência aumenta e o uso se faz mais frequente, a bebida alcoólica afecta o sistema nervoso, o trato digestivo, o aparelho cardiovascular. As complicações que degeneram em gastrite e cirrose hepática são inevitáveis, levando à morte, qual sucede no câncer do esófago e do estômago. Do ponto de vista psíquico, o alcoólatra muda completamente o comportamento, e suas reacções mentais são alteradas, a começar pelos prejuízos de memória, a culminar no delirium tremens, sem retorno ao equilíbrio…
O alcoolismo (alcoolofilia) é, portanto, uma enfermidade que exige cuidadoso tratamento psiquiátrico. No entanto, porque ao desencarnar o alcoólatra não morre, permanecendo vitimado pelos vícios, quase sempre busca sintonia com personalidades frágeis ou temperamentos rudes, violentos, na Terra, deles se utilizando em processo obsessivo para dar prosseguimento ao infame consumo de álcool, agora aspirando-lhe os vapores e beneficiando-se da ingestão realizada pelo seu parceiro-vítima, que mais rapidamente se exaure. Torna-se uma obsessão muito difícil de ser atendida convenientemente, considerando-se a perfeita identificação de interesses e prazeres entre o hóspede e o seu anfitrião.
Manoel Philomeno de Miranda
(Médico; Escritor; Conferencista. – Brasil: 1876-1942)
Reflexão da série:
M. Philomeno Miranda
Fonte:
Trilhas da Libertação
Médium:
Divaldo P. Franco
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2 comentários:
23.11.09
Faço palestras de variados temas.
As pessoas sempre tem imenso interesse sobre os temas da codificação, e principalmente dúvidas sobre os flagelos atuais, que assolam a alma.
Sempre que o tema é Dependência química e alcoolismo, o salão lota. Dá para ver nos semblantes, a necessidade de um socorro urgente para as aflições.
Como é importante este trabalho de esclarecimento espiritual...como muda a visão e o propósito de tantos, quando o véu do não saber, vai por terra!
Parabéns pelo texto e pelo excelente blog.
Estarei linkando no meu!
Um grande abraço, parabéns pelo trabalho!
Bea
10.3.10
Bem..de primeiro amei o Blog e ja coloquei no meu FAVORITOS...Li o que de fato, já sabia, já venho aprendendo dentro da Doutrina Espírita. Entretanto, bebo nos fins de semana, com aigos e deixar de vez de "tomar" essa cervejinha no fim de semana vem sendo o meu maior objetivo...
Acabo tomando mais do que uma, sinto-me mal depois, fisicamente e psicologicamente e o álcool acaba sim alterando o meu comportamento...
E é isso...quero eliminá-lo da minha vida de vez e dar uma evoluída...
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