Médicos espíritas como brasileiro Doutor Nubor Orlando Facure, pautam a sua prática clínica pelos objectivos que podemos ler no site do Instituto do Cérebro, em Campinas, São Paulo, Brasil:
1- Atendimentos de consulta médica nas áreas de Neurologia e Psicologia
2- Estudo das relações entre as doenças físicas e espirituais
3- Os problemas espirituais. Como abordá-los e como orientá-los
4- Estudo dos paradigmas espíritas e sua relação com a medicina
Em entrevista ao Jornal de Espiritismo, editado pela Associação de Divulgadores de Espiritismo de Portugal, o Doutor Nubor explicava que a Medicina e o Espiritismo podem trabalhar juntos, em casos em que a dimensão clínica e espiritual do problema requer atenção.
Se assim é, porque será que, em casos como o da Isa, o facto de frequentar o centro espírita parece não contribuir para ultrapassar a situação que a apoquenta?
As explicações podem ser diversas:
- Há quem frequente o centro espírita mas não se empenhe nas actividades.
- Há quem tenha acanhamento de ir ao atendimento privado e apresentar a sua situação, para melhor ser aconselhado
- Há centros espíritas que não funcionam tão bem quanto seria desejável, e onde se torna difícil encontrar o ambiente de paz e harmonia.
- E há casos em que não há afinidade entre a pessoa e o centro.
Quem frequenta um centro espírita não se deve privar de ir ao atendimento, com receio de "incomodar". Os trabalhadores espíritas são voluntários que estão lá por gosto. Não receie "incomodar".
Quem frequenta um centro espírita não se deve sentir obrigado a qualquer tipo de fidelidade a esse centro. Pode e deve visitar vários e escolher aquele de que mais gosta. E ninguém deve ficar melindrado com isso!


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