Divaldo na Globo
Foi um show, com a Ana Maria Braga
Assisti, gravei e gostei muito do programa "Mais Você", quando a Ana Maria Braga levou o nosso querido Di para ser o seu entrevistado. Disponibilizei aqui na Internet, para que fosse visto por inúmeras pessoas, no Brasil e no mundo, que não puderam assistir na hora que estava passando, por problemas de trabalho, de fuso horário do país, etc... Disponibilizei em 3 qualidades de transmissão, para que as pessoas que possuem boas conexões de Internet possam ver com melhor qualidade de imagem. Aliás, pelo que sei, é o único site onde as pessoas podem ver, também, em 300 kbps e a 1000 kbps.
Milhares de pessoas já viram aqui pela Rede Visão e a todo momento tem gente assistindo.
Na minha opinião foi simplesmente MARAVILHOSO e uma oportunidade EXTRAORDINÁRIA para a divulgação do Espiritismo.
Alguns confrades, nem sempre satisfeitos com o que a grande imprensa faz, principalmente a nossa maior rede televisão, acham que a Rede Globo tem que ser necessariamente um Centro Espírita e deixar o Divaldo, ou Sérgio Felipe e outros nomes notáveis que ela entrevista, falarem e falarem a vontade, como falam nos centros. É claro que o ideal seria que ele pudesse falar mais, mas esta não é a realidade da TV, principalmente da Globo.
Outras pessoas, por terem se acostumado a ver a maior parte da televisão brasileira ser estática, geralmente com uma pessoa sentada de um lado e outra de outro sendo entrevistada, fazendo nada mais do que RÁDIO COM IMAGEM, não perceberam ainda que a Globo, uma das maiores televisões do mundo, é televisão e não rádio com imagem, e cuida daquilo que a TV tem que fazer, que é imagem, ilustração e movimentação.
Quando o Alamar entrevistava o Divaldo, também na televisão (televisão estática também), ele deixava a maior parte do tempo, as duas horas do programa ao vivo, para que ele, o entrevistado, falasse o máximo possível, desenvolvesse as suas ideias e argumentações, conforme o que achava melhor.
Só que o programa era caracterizado como um PROGRAMA ESPÍRITA, voltado prioritariamente para o público espírita, embora tivesse conquistado um público gigantesco do universo não espírita. A histórica iniciativa do Alamar teve um papel de levar a muitos espíritas, que estavam acostumados a ouvir somente os "donos" do Espiritismo da sua cidade, "Dona Laura" e "Seu Francisco", a oportunidade de escutar outros expositores espíritas, prestando uma contribuição à extinção da incoerente ideia do "Espiritismo à moda da Casa". Inúmeras pessoas viram o Divaldo, bem como Medrado e outros expositores, pela primeira vez, através da tv via satélite, promovida pelo Alamar, esta que é a realidade. (Relembro que não sou adepto da falsa humildade).
E teve muita "Dona Laura" e "Seu Francisco" que ficaram danado com o Alamar, por causa disto, e até hoje fazem de tudo para denegrir o seu nome e a sua imagem.
Pois bem.
O que é preciso ficar claro aqui é que a Rede Globo não é centro espírita, não é programa do Alamar, não é TV das Casas André Luiz, é simplesmente uma emissora de televisão para O GRANDE PÚBLICO.
Ela faz TELEVISÃO PRODUZIDA e aquilo ali foi um show: O Cezar Perri, no começo, colocando muito bem o papel do Espiritismo, a actriz famosa, minha querida amiga Ana Rosa, dando o seu depoimento, aquele senhor também convidado, as imagens do Chico Xavier, enfim, o programa foi TELEVISÃO e não rádio com imagem. A emoção da Ana Maria contagiou o Brasil e não apenas o público espírita.
O efeito foi simplesmente MARAVILHOSO e aquele programa, com os seus 38 minutos dedicados, SEM INTERVALO, foi mais importante, para a divulgação espírita, do que todos os periódicos espíritas juntos, todas as pífias iniciativas espíritas de divulgação juntas. O grande diferencial a notar é que a "divulgação" que os espíritas fazem, geralmente é para o público espírita, o seja, chover no molhado, mas o que a Globo fez foi para o GRANDE PÚBLICO.
Gente! Analisemos melhor o que a Globo fez, E ESTÁ ACOSTUMADA A FAZER, pelo Espiritismo.
Se você não viu, procure assistir no site da Rede Visão, http://www.redevisao.net/. Está gravado, também no site do "Mais Você", como todos os programas, mas apenas a 148 Kbps, o que é o normal que o sistema faz. No nosso site, ele está gravado, com três níveis de qualidades diferentes, para o melhor conforto de quem tem Internet BOA e Internet ÓPTIMA e com outro detalhe: Permite que milhares de pessoas possam assistir AO MESMO TEMPO, o que é muito raro em termos de televisão via Internet. Faça o teste.
Entre a chatice e a coerência
“Para aquele que só dispõe de um martelo, como instrumento na sua vida, todo problema do mundo é considerado como prego”.
Mark Twain.
Faz muito tempo que eu venho querendo escrever esta matéria, mas vou deixando pra depois, pra depois... até que resolvi fazer agora.
Conforme sabemos, nós estamos na Terra para ser úteis, de alguma forma, a alguém, aos animais, ao meio ambiente e ao mundo de um modo geral.
Quando Kardec levou aos espíritos este questionamento: “Se eu não faço mal a ninguém, não odeio ninguém, não brigo com ninguém... isto é o suficiente?” os espíritos responderam que não, deixando bem claro que os nossos valores serão adquiridos por alguma utilidade que temos, obviamente por produzirmos alguma coisa, por sermos bons e por auxiliarmos de alguma forma.
Numa linguagem bem popular eu digo o seguinte: Aquela pessoa que nem fede e nem cheira, é um zero a esquerda, é inútil, não acrescenta nada a nada. Não é uma pessoa má, bandida ou marginalizada, mas também não é uma pessoa boa. Não é nada.
Pois bem.
Quando encontramos alguém cometendo algum erro, seja ele de que natureza for, é de bom alvitre que alertemos e ajudemos aquela pessoa a não cometer mais aquele tipo de erro. É sempre bom, para nós inclusive, que ensinemos aquilo, que sabemos, para os que não sabem; porque, além de tudo, estaremos praticando o “é dando que se recebe”, posto que o retorno da alegria e da satisfação que recebemos, ao perceber que uma atitude de ensinamento ou doação nossa fez alguém feliz, é algo extremamente gratificante e gostoso.
Eu, por exemplo, considero-me possuidor de um património gigantesco, que me dá muita felicidade, que é o enorme número de registos que tenho de pessoas que evitaram suicídios, vinganças, abortos e a prática de outros males, por causa de alguma coisa que eu fiz. Não tem dinheiro que pague coisas como estas.
Inúmeras são as formas de sermos úteis ao nosso semelhante.
Quando alguém me escreve, por exemplo, e diz:
- “Alamar, você cometeu um equívoco no seu e-mail anterior. O ano daquele episódio foi em 1932 e não em 1936, como você colocou”.
- “Alamar, você escreveu traz, quando deveria ter escrito trás...”.
É bom, a gente agradece, fica feliz e batalha para não cometer mais o equívocos naquela área. Vejam bem: Naquela área, o que não quer dizer que tudo o que a gente faz é equívoco, como a intolerância quer.
A pessoa percebeu o equívoco, sim, mas teve a dignidade de conseguir valorizar o conteúdo da matéria e ressaltar, também, os momentos de acertos que, invariavelmente, são muito maiores.
Acontece que algumas pessoas adoptam certo tipo de postura que não dá pra gente aceitar e muito menos ficar calado, porque evidencia-se que estamos diante de alguém arrogante, problemático, perturbado e extremamente chato. É aquela pessoa incapaz de ver o lado positivo das coisas.
Eu vou explicar bem, onde quero chegar:
Você escreve uma matéria qualquer, fazendo de tudo para que todos os seus leitores entendam cem por cento do que você quer dizer, procura colocar algum conteúdo real, algo útil no assunto abordado, inclusive ensinamentos daquilo que você conhece bem, já que todos nós somos especializados em alguma coisa, e manda para alguns milhares de pessoas, que conhece, e fica sabendo que chegou a outros milhares que não conhece, pelas retransmissões de e-mails que os leitores fazem.
Embora você escreva sem objectivos de ir em busca de elogios e notoriedade, termina ficando feliz com as inúmeras respostas das pessoas que dizem ter adorado o e-mail, que foi muito útil a ela, que “meu marido leu e adorou também”, “minha filha gostou”, “me ajudou muito a ter uma outra visão sobre o assunto”, etc...
Você fica feliz, também, quando um leitor discorda de algum ponto de vista seu, mas cita porque discorda, coloca argumentos sensatos e coerentes no porquê da sua discordância e, quando você vai procurar pesquisar e se aprofundar na questão, observa que ele tem razão. É gratificante ter esse tipo de leitor.
Só mesmo um idiota para querer ter a pretensão de agradar a todo mundo e querer que todos os seus leitores concordem cem por cento com tudo o que ele escreve e pensa. Que nível de leitores seriam esses?
Acontece que tem um tipo de pessoa que lê uma matéria sua, fecha os olhos para tudo de bom e de útil que tem na matéria, já que milhares atestam isto, e retornam para você, algo mais ou menos assim:
- “Venho protestar, veementemente, contra o que você escreveu. É um absurdo, é um desserviço à Doutrina Espírita, é um desrespeito ao leitor, pelas palavras chulas, esse palavreado que não cabe em um verdadeiro espírita...”
Tem outro que coloca algo, mais ou menos, assim:
- “Não gostei do seu e-mail e me senti ofendida. O verbo transitivo não admite que a frase seja do tipo x ou y... a palavra tal se escreve com g e não com j, quando o sujeito está assim, o objecto directo tem que estar assado...”
Pronto. Você passa a não valer coisa nenhuma, é um analfabeto de pai e mãe, não tem cultura nenhuma, não tem nenhum outro conhecimento e nem valor, sobre o Espiritismo não entende absolutamente nada.
Tem gente que chega ao desplante de exigir que a gente não escreva mais, só porque não pensa conforme a sua cabeça.
É a expressão daquela frase que coloquei no início da matéria: “Para quem tem apenas um martelo, como instrumento na sua vida, todos os problemas do mundo são pregos”.
Eu fico olhando para o e-mail e fico aqui imaginando: Será que eu devo ou não devo dar uma resposta à altura para essa figura?
Olha, gente, eu sei que os doentes precisam de médicos, mas tem algumas pessoas que precisam ouvir também algumas coisinhas, pra ver se se mancam.
E não estou sozinho neste modo de pensar, estou com Jesus, que foi quem disse que os doentes precisam de médicos, mas também chamou muita gente de hipócritas, sepulcros caiados, raças de víboras e outras expressões da época que, na linguagem de hoje, com certeza é chamar de vagabundos, safados, sem vergonhas, falsos moralistas e etc... Tenho certeza de que ele teve vontade de mandar muitos fariseus para aquele lugar, se é que não mandou.
Observemos bem na sua personalidade: Ele não suportava hipocrisia!!! e se irritava bastante, quando diante dela.
Ele foi BOM, o que é diferente de se fazer de bonzinho.
Já que, entre os meus vícios, (se é que é vício) um deles é o de estudar o comportamental humano, numa boa literaturazinha que tenho em casa, com alguns mestres da Psicanálise, principalmente Jung e Adler, que eu gosto muito, consigo entender o porquê desse tipo de manifestação, já que é um mecanismo de defesa de alguém que precisa ostentar aquilo que, talvez, seja o único conhecimento que tem. É a questão do martelo e do prego.
Não tenho a menor dúvida de que o ideal seria que todos nós, brasileiros, falássemos e escrevêssemos rigorosamente conforme as regras gramaticais, grafássemos as palavras todas certas, como estão nos dicionários, colocássemos os verbos correctamente, as locuções verbais, os advérbios, as concordâncias, os vocativos... enfim, tudo, de preferência, em nível do Pasquale Cipro Neto ou do Luiz Carlos Sacconi, pessoas que eu gosto muito. Já pensou o Brasil todo em nível de Ruy Barbosa?
Todavia, sabemos muito bem, que mais de 90% dos brasileiros não chega a aplicar um terço do conhecimento que eles têm.
Pasmem, amigos: Até mesmo os dicionários erram!!! Tenho um livro do Sacconi que denuncia erros num famoso dicionário, inclusive aprovado e indicado pelo MEC, que não vou dizer o nome aqui, que ele rotula como “dicionário do entulho”, tamanho o número de erros que contém. É impressionante a quantidade de erros.
Uai, e eu tenho que escrever cem por cento perfeito, do ponto de vista gramatical?
Prefiro tentar aproximar-me de cem por cento, na capacidade de fazer as pessoas entenderem o que quero falar, que é bem mais relevante, já que este é o objectivo maior da comunicação. Eu quero é me comunicar e não exibir formas, para ostentar cultura de aparência.
Mas o que fico me questionando, de vez em quando, é no seguinte:
Por que o pessoal da área de humanas, aquele mais chegado ao campo das letras, neste caso aqui o da gramática, acha que todo mundo da área de exactas e de biológicas é analfabeto?
Que coerência pode ter em achar que o conhecimento humano se resume apenas em saber a gramática da língua portuguesa, que se fala no Brasil? Pasmem, um idioma que é falado diferente do que se fala em Portugal, onde ele nasceu.
O que eu acho engraçado, é que o pessoal da área de exactas, por exemplo, que é o meu caso, não anda chamando de analfabetas as pessoas que cometem inúmeros erros no dia-a-dia, como, por exemplo, desconhecimento do que é uma força centrífuga, aceleração, desaceleração, movimento rectilíneo ou curvilíneo uniforme ou variado, atrito, acção e reacção... etc... e inúmeros outros da Física, vivendo por aí a promover acidentes de carros e domésticos, por absoluto desconhecimento da cinemática, da estática, da dinâmica, etc...
Posso garantir que mais de cinquenta por cento dos acidentes é promovido por falta de noção de cálculos e pelo desconhecimento da Física e da Química.
Você já viu alguém ferir alguém, se acidentar e ter alguma doença porque escreveu alguma palavra com “j”, quando deveria ser escrita com “g”?
O mais engraçado de tudo, é que o conhecimento da Física e da Matemática é um conhecimento aplicável no mundo inteiro e não apenas só serve para o Brasil. Portanto, será que não é bem mais abrangente e relevante?
Eu vou contar um casozinho que aconteceu comigo, diante de uma pessoa chata, do movimento espírita, que, por não gostar de mim, tentou ridicularizar-me ao final de uma palestra que fiz, depois de ter visto toda a plateia aplaudir-me de pé. (Tem gente que fica danada quando vê um expositor espírita ser aplaudido de pé, filas se formarem para lhe abraçarem, tirar fotografias e manifestar carinho.)
Eu sempre me coloco a disposição para um “perguntas e respostas”, depois que faço palestras, seja na área da informática ou na espírita.
Pois bem.
Uma senhora, daquelas “altamente entendedoras” na doutrina espírita, levantou-se e começou a censurar-me por aquilo que ela chama de “palavreado incompatível com a doutrina espírita”, tomou a palavra e fez uma verdadeira palestra, me esculhambando, tentando jogar-me contra o público e, entre tudo, praticamente chamando-me de analfabeto, sob a alegação de que eu cometo erros de português, etc...
Mas já que tem hora que a justiça parece agir com mais intensidade e os Espíritos ajudam no processo educativo de forma mais veemente, veja duas pérolas notáveis que ela falou:
- “...você pensa que está NO NÍVEL de Divaldo...”
- “...eu acho que a directoria desta casa deveria ter mais cuidado e trazer aqui somente expositores que falem de encontro a doutrina espírita”.
O diabo da muié se atropelou na própria língua!!!!
Aí eu deitei e rolei, porque numa hora desta, lembro-me do velho Henrique Rodrigues que dizia que, todas as vezes que era convidado a debater com o Padre Quevedo, fazia uma prece antes, pedindo a Deus para que afastasse dele espíritos como Dr. Bezerra de Menezes e outros praticantes da humildade, para que ele ficasse bem a vontade.
- “Minha amiga, em princípio, todas as pessoas que estão no mesmo piso do centro espírita, onde o Divaldo está fazendo uma palestra, estão no nível dele, a não ser que ele esteja em algum palco, no nível mais alto que a plateia. Entretanto, amiga, nem todos os expositores estão EM NÍVEL de Divaldo. E tem outra coisa, se este centro atender à sua sugestão, em convidar expositores para falarem DE ENCONTRO à Doutrina Espírita, é preferível que o centro feche as portas, porque o recomendável é que os expositores falem coisas que vão AO ENCONTRO da doutrina.”
A mulher virou o cão, porque toda a plateia começou a rir e olhar para ela. Acho que foi um “diabinho” qualquer que me ajudou.
Mas já que numa hora desta eu não deixo por menos, continuei:
- “Você poderia explicar qual é o princípio que faz acender as lâmpadas fluorescentes deste centro? Poderia explicar porque estes ventiladores estão trazendo o vento para a frente e não para trás deles? Partindo do princípio que este auditório tem uns 50 metros, poderia me dizer quanto tempo leva para as pessoas, da última fileira, escutarem o que acaba de sair destas caixas de som que estão aqui na frente?”
Não é preciso dizer que a “trabalhadora espírita” se irritou profundamente, acusou-me de faltar com a caridade para com ela e começou a xingar a mim e ao dirigente da casa que tinha me convidado e, também, a todas as pessoas que riram dela, na plateia.
Allan Kardec diz uma coisa interessante, no seu livro “Viagem Espírita”:
- “Todas as vezes que espíritas começarem a divergir, sobre alguma coisa, aquele que começar a atacar, a xingar, a ofender e a se exaustar, com certeza está sem razão”.
Todo espírita deve estar consciente sempre de que, em Espiritismo, como na vida em geral, o conteúdo é incomparavelmente mais relevante do que a forma. Eu posso escrever um livro belíssimo, do ponto de vista gráfico, contratar o mais eficiente revisor gramatical, imprimir no mais luxuoso papel e até vender bem baratinho, como gostam os espíritas, pra poder ficar bem humildezinho, mas se tiver algum desvio doutrinário em seu conteúdo ou não tiver argumentos úteis a alguém, com certeza, aí sim, a obra estará com problema. (Relembremos as três peneiras de Sócrates).
Que ninguém venha entender que o Alamar está dizendo aqui que ninguém deve estudar e se especializar em gramática portuguesa (brasileira), porque não é nada disto. Muito pelo contrário, todos devemos, sim, envidar todos os esforços possíveis para conhecer o máximo que pudermos, e inclusive, o ideal é que todos os brasileiros falem correctamente o idioma pátrio e saibam também se comunicar com clareza e facilidade de entendimento no que querem dizer.
O que quero deixar claro é que: por ser importante não quer dizer que seja o mais relevante.
Que as pessoas que possuem apenas um martelo, arrumem um jeitinho para adquirirem, também, algumas chaves de fendas, alicates, furadeiras, jogos de chaves diversas e o maior número possível de ferramentas, para não continuarem achando que todo problema do mundo é prego e nem que todo mundo é besta.
Abração, Gente!
Alamar Régis Carvalho
alamar@redevisao.net
www.redevisao.net
Foi um show, com a Ana Maria Braga
Assisti, gravei e gostei muito do programa "Mais Você", quando a Ana Maria Braga levou o nosso querido Di para ser o seu entrevistado. Disponibilizei aqui na Internet, para que fosse visto por inúmeras pessoas, no Brasil e no mundo, que não puderam assistir na hora que estava passando, por problemas de trabalho, de fuso horário do país, etc... Disponibilizei em 3 qualidades de transmissão, para que as pessoas que possuem boas conexões de Internet possam ver com melhor qualidade de imagem. Aliás, pelo que sei, é o único site onde as pessoas podem ver, também, em 300 kbps e a 1000 kbps.
Milhares de pessoas já viram aqui pela Rede Visão e a todo momento tem gente assistindo.
Na minha opinião foi simplesmente MARAVILHOSO e uma oportunidade EXTRAORDINÁRIA para a divulgação do Espiritismo.
Alguns confrades, nem sempre satisfeitos com o que a grande imprensa faz, principalmente a nossa maior rede televisão, acham que a Rede Globo tem que ser necessariamente um Centro Espírita e deixar o Divaldo, ou Sérgio Felipe e outros nomes notáveis que ela entrevista, falarem e falarem a vontade, como falam nos centros. É claro que o ideal seria que ele pudesse falar mais, mas esta não é a realidade da TV, principalmente da Globo.
Outras pessoas, por terem se acostumado a ver a maior parte da televisão brasileira ser estática, geralmente com uma pessoa sentada de um lado e outra de outro sendo entrevistada, fazendo nada mais do que RÁDIO COM IMAGEM, não perceberam ainda que a Globo, uma das maiores televisões do mundo, é televisão e não rádio com imagem, e cuida daquilo que a TV tem que fazer, que é imagem, ilustração e movimentação.
Quando o Alamar entrevistava o Divaldo, também na televisão (televisão estática também), ele deixava a maior parte do tempo, as duas horas do programa ao vivo, para que ele, o entrevistado, falasse o máximo possível, desenvolvesse as suas ideias e argumentações, conforme o que achava melhor.
Só que o programa era caracterizado como um PROGRAMA ESPÍRITA, voltado prioritariamente para o público espírita, embora tivesse conquistado um público gigantesco do universo não espírita. A histórica iniciativa do Alamar teve um papel de levar a muitos espíritas, que estavam acostumados a ouvir somente os "donos" do Espiritismo da sua cidade, "Dona Laura" e "Seu Francisco", a oportunidade de escutar outros expositores espíritas, prestando uma contribuição à extinção da incoerente ideia do "Espiritismo à moda da Casa". Inúmeras pessoas viram o Divaldo, bem como Medrado e outros expositores, pela primeira vez, através da tv via satélite, promovida pelo Alamar, esta que é a realidade. (Relembro que não sou adepto da falsa humildade).
E teve muita "Dona Laura" e "Seu Francisco" que ficaram danado com o Alamar, por causa disto, e até hoje fazem de tudo para denegrir o seu nome e a sua imagem.
Pois bem.
O que é preciso ficar claro aqui é que a Rede Globo não é centro espírita, não é programa do Alamar, não é TV das Casas André Luiz, é simplesmente uma emissora de televisão para O GRANDE PÚBLICO.
Ela faz TELEVISÃO PRODUZIDA e aquilo ali foi um show: O Cezar Perri, no começo, colocando muito bem o papel do Espiritismo, a actriz famosa, minha querida amiga Ana Rosa, dando o seu depoimento, aquele senhor também convidado, as imagens do Chico Xavier, enfim, o programa foi TELEVISÃO e não rádio com imagem. A emoção da Ana Maria contagiou o Brasil e não apenas o público espírita.
O efeito foi simplesmente MARAVILHOSO e aquele programa, com os seus 38 minutos dedicados, SEM INTERVALO, foi mais importante, para a divulgação espírita, do que todos os periódicos espíritas juntos, todas as pífias iniciativas espíritas de divulgação juntas. O grande diferencial a notar é que a "divulgação" que os espíritas fazem, geralmente é para o público espírita, o seja, chover no molhado, mas o que a Globo fez foi para o GRANDE PÚBLICO.
Gente! Analisemos melhor o que a Globo fez, E ESTÁ ACOSTUMADA A FAZER, pelo Espiritismo.
Se você não viu, procure assistir no site da Rede Visão, http://www.redevisao.net/. Está gravado, também no site do "Mais Você", como todos os programas, mas apenas a 148 Kbps, o que é o normal que o sistema faz. No nosso site, ele está gravado, com três níveis de qualidades diferentes, para o melhor conforto de quem tem Internet BOA e Internet ÓPTIMA e com outro detalhe: Permite que milhares de pessoas possam assistir AO MESMO TEMPO, o que é muito raro em termos de televisão via Internet. Faça o teste.
Entre a chatice e a coerência
“Para aquele que só dispõe de um martelo, como instrumento na sua vida, todo problema do mundo é considerado como prego”.
Mark Twain.
Faz muito tempo que eu venho querendo escrever esta matéria, mas vou deixando pra depois, pra depois... até que resolvi fazer agora.
Conforme sabemos, nós estamos na Terra para ser úteis, de alguma forma, a alguém, aos animais, ao meio ambiente e ao mundo de um modo geral.
Quando Kardec levou aos espíritos este questionamento: “Se eu não faço mal a ninguém, não odeio ninguém, não brigo com ninguém... isto é o suficiente?” os espíritos responderam que não, deixando bem claro que os nossos valores serão adquiridos por alguma utilidade que temos, obviamente por produzirmos alguma coisa, por sermos bons e por auxiliarmos de alguma forma.
Numa linguagem bem popular eu digo o seguinte: Aquela pessoa que nem fede e nem cheira, é um zero a esquerda, é inútil, não acrescenta nada a nada. Não é uma pessoa má, bandida ou marginalizada, mas também não é uma pessoa boa. Não é nada.
Pois bem.
Quando encontramos alguém cometendo algum erro, seja ele de que natureza for, é de bom alvitre que alertemos e ajudemos aquela pessoa a não cometer mais aquele tipo de erro. É sempre bom, para nós inclusive, que ensinemos aquilo, que sabemos, para os que não sabem; porque, além de tudo, estaremos praticando o “é dando que se recebe”, posto que o retorno da alegria e da satisfação que recebemos, ao perceber que uma atitude de ensinamento ou doação nossa fez alguém feliz, é algo extremamente gratificante e gostoso.
Eu, por exemplo, considero-me possuidor de um património gigantesco, que me dá muita felicidade, que é o enorme número de registos que tenho de pessoas que evitaram suicídios, vinganças, abortos e a prática de outros males, por causa de alguma coisa que eu fiz. Não tem dinheiro que pague coisas como estas.
Inúmeras são as formas de sermos úteis ao nosso semelhante.
Quando alguém me escreve, por exemplo, e diz:
- “Alamar, você cometeu um equívoco no seu e-mail anterior. O ano daquele episódio foi em 1932 e não em 1936, como você colocou”.
- “Alamar, você escreveu traz, quando deveria ter escrito trás...”.
É bom, a gente agradece, fica feliz e batalha para não cometer mais o equívocos naquela área. Vejam bem: Naquela área, o que não quer dizer que tudo o que a gente faz é equívoco, como a intolerância quer.
A pessoa percebeu o equívoco, sim, mas teve a dignidade de conseguir valorizar o conteúdo da matéria e ressaltar, também, os momentos de acertos que, invariavelmente, são muito maiores.
Acontece que algumas pessoas adoptam certo tipo de postura que não dá pra gente aceitar e muito menos ficar calado, porque evidencia-se que estamos diante de alguém arrogante, problemático, perturbado e extremamente chato. É aquela pessoa incapaz de ver o lado positivo das coisas.
Eu vou explicar bem, onde quero chegar:
Você escreve uma matéria qualquer, fazendo de tudo para que todos os seus leitores entendam cem por cento do que você quer dizer, procura colocar algum conteúdo real, algo útil no assunto abordado, inclusive ensinamentos daquilo que você conhece bem, já que todos nós somos especializados em alguma coisa, e manda para alguns milhares de pessoas, que conhece, e fica sabendo que chegou a outros milhares que não conhece, pelas retransmissões de e-mails que os leitores fazem.
Embora você escreva sem objectivos de ir em busca de elogios e notoriedade, termina ficando feliz com as inúmeras respostas das pessoas que dizem ter adorado o e-mail, que foi muito útil a ela, que “meu marido leu e adorou também”, “minha filha gostou”, “me ajudou muito a ter uma outra visão sobre o assunto”, etc...
Você fica feliz, também, quando um leitor discorda de algum ponto de vista seu, mas cita porque discorda, coloca argumentos sensatos e coerentes no porquê da sua discordância e, quando você vai procurar pesquisar e se aprofundar na questão, observa que ele tem razão. É gratificante ter esse tipo de leitor.
Só mesmo um idiota para querer ter a pretensão de agradar a todo mundo e querer que todos os seus leitores concordem cem por cento com tudo o que ele escreve e pensa. Que nível de leitores seriam esses?
Acontece que tem um tipo de pessoa que lê uma matéria sua, fecha os olhos para tudo de bom e de útil que tem na matéria, já que milhares atestam isto, e retornam para você, algo mais ou menos assim:
- “Venho protestar, veementemente, contra o que você escreveu. É um absurdo, é um desserviço à Doutrina Espírita, é um desrespeito ao leitor, pelas palavras chulas, esse palavreado que não cabe em um verdadeiro espírita...”
Tem outro que coloca algo, mais ou menos, assim:
- “Não gostei do seu e-mail e me senti ofendida. O verbo transitivo não admite que a frase seja do tipo x ou y... a palavra tal se escreve com g e não com j, quando o sujeito está assim, o objecto directo tem que estar assado...”
Pronto. Você passa a não valer coisa nenhuma, é um analfabeto de pai e mãe, não tem cultura nenhuma, não tem nenhum outro conhecimento e nem valor, sobre o Espiritismo não entende absolutamente nada.
Tem gente que chega ao desplante de exigir que a gente não escreva mais, só porque não pensa conforme a sua cabeça.
É a expressão daquela frase que coloquei no início da matéria: “Para quem tem apenas um martelo, como instrumento na sua vida, todos os problemas do mundo são pregos”.
Eu fico olhando para o e-mail e fico aqui imaginando: Será que eu devo ou não devo dar uma resposta à altura para essa figura?
Olha, gente, eu sei que os doentes precisam de médicos, mas tem algumas pessoas que precisam ouvir também algumas coisinhas, pra ver se se mancam.
E não estou sozinho neste modo de pensar, estou com Jesus, que foi quem disse que os doentes precisam de médicos, mas também chamou muita gente de hipócritas, sepulcros caiados, raças de víboras e outras expressões da época que, na linguagem de hoje, com certeza é chamar de vagabundos, safados, sem vergonhas, falsos moralistas e etc... Tenho certeza de que ele teve vontade de mandar muitos fariseus para aquele lugar, se é que não mandou.
Observemos bem na sua personalidade: Ele não suportava hipocrisia!!! e se irritava bastante, quando diante dela.
Ele foi BOM, o que é diferente de se fazer de bonzinho.
Já que, entre os meus vícios, (se é que é vício) um deles é o de estudar o comportamental humano, numa boa literaturazinha que tenho em casa, com alguns mestres da Psicanálise, principalmente Jung e Adler, que eu gosto muito, consigo entender o porquê desse tipo de manifestação, já que é um mecanismo de defesa de alguém que precisa ostentar aquilo que, talvez, seja o único conhecimento que tem. É a questão do martelo e do prego.
Não tenho a menor dúvida de que o ideal seria que todos nós, brasileiros, falássemos e escrevêssemos rigorosamente conforme as regras gramaticais, grafássemos as palavras todas certas, como estão nos dicionários, colocássemos os verbos correctamente, as locuções verbais, os advérbios, as concordâncias, os vocativos... enfim, tudo, de preferência, em nível do Pasquale Cipro Neto ou do Luiz Carlos Sacconi, pessoas que eu gosto muito. Já pensou o Brasil todo em nível de Ruy Barbosa?
Todavia, sabemos muito bem, que mais de 90% dos brasileiros não chega a aplicar um terço do conhecimento que eles têm.
Pasmem, amigos: Até mesmo os dicionários erram!!! Tenho um livro do Sacconi que denuncia erros num famoso dicionário, inclusive aprovado e indicado pelo MEC, que não vou dizer o nome aqui, que ele rotula como “dicionário do entulho”, tamanho o número de erros que contém. É impressionante a quantidade de erros.
Uai, e eu tenho que escrever cem por cento perfeito, do ponto de vista gramatical?
Prefiro tentar aproximar-me de cem por cento, na capacidade de fazer as pessoas entenderem o que quero falar, que é bem mais relevante, já que este é o objectivo maior da comunicação. Eu quero é me comunicar e não exibir formas, para ostentar cultura de aparência.
Mas o que fico me questionando, de vez em quando, é no seguinte:
Por que o pessoal da área de humanas, aquele mais chegado ao campo das letras, neste caso aqui o da gramática, acha que todo mundo da área de exactas e de biológicas é analfabeto?
Que coerência pode ter em achar que o conhecimento humano se resume apenas em saber a gramática da língua portuguesa, que se fala no Brasil? Pasmem, um idioma que é falado diferente do que se fala em Portugal, onde ele nasceu.
O que eu acho engraçado, é que o pessoal da área de exactas, por exemplo, que é o meu caso, não anda chamando de analfabetas as pessoas que cometem inúmeros erros no dia-a-dia, como, por exemplo, desconhecimento do que é uma força centrífuga, aceleração, desaceleração, movimento rectilíneo ou curvilíneo uniforme ou variado, atrito, acção e reacção... etc... e inúmeros outros da Física, vivendo por aí a promover acidentes de carros e domésticos, por absoluto desconhecimento da cinemática, da estática, da dinâmica, etc...
Posso garantir que mais de cinquenta por cento dos acidentes é promovido por falta de noção de cálculos e pelo desconhecimento da Física e da Química.
Você já viu alguém ferir alguém, se acidentar e ter alguma doença porque escreveu alguma palavra com “j”, quando deveria ser escrita com “g”?
O mais engraçado de tudo, é que o conhecimento da Física e da Matemática é um conhecimento aplicável no mundo inteiro e não apenas só serve para o Brasil. Portanto, será que não é bem mais abrangente e relevante?
Eu vou contar um casozinho que aconteceu comigo, diante de uma pessoa chata, do movimento espírita, que, por não gostar de mim, tentou ridicularizar-me ao final de uma palestra que fiz, depois de ter visto toda a plateia aplaudir-me de pé. (Tem gente que fica danada quando vê um expositor espírita ser aplaudido de pé, filas se formarem para lhe abraçarem, tirar fotografias e manifestar carinho.)
Eu sempre me coloco a disposição para um “perguntas e respostas”, depois que faço palestras, seja na área da informática ou na espírita.
Pois bem.
Uma senhora, daquelas “altamente entendedoras” na doutrina espírita, levantou-se e começou a censurar-me por aquilo que ela chama de “palavreado incompatível com a doutrina espírita”, tomou a palavra e fez uma verdadeira palestra, me esculhambando, tentando jogar-me contra o público e, entre tudo, praticamente chamando-me de analfabeto, sob a alegação de que eu cometo erros de português, etc...
Mas já que tem hora que a justiça parece agir com mais intensidade e os Espíritos ajudam no processo educativo de forma mais veemente, veja duas pérolas notáveis que ela falou:
- “...você pensa que está NO NÍVEL de Divaldo...”
- “...eu acho que a directoria desta casa deveria ter mais cuidado e trazer aqui somente expositores que falem de encontro a doutrina espírita”.
O diabo da muié se atropelou na própria língua!!!!
Aí eu deitei e rolei, porque numa hora desta, lembro-me do velho Henrique Rodrigues que dizia que, todas as vezes que era convidado a debater com o Padre Quevedo, fazia uma prece antes, pedindo a Deus para que afastasse dele espíritos como Dr. Bezerra de Menezes e outros praticantes da humildade, para que ele ficasse bem a vontade.
- “Minha amiga, em princípio, todas as pessoas que estão no mesmo piso do centro espírita, onde o Divaldo está fazendo uma palestra, estão no nível dele, a não ser que ele esteja em algum palco, no nível mais alto que a plateia. Entretanto, amiga, nem todos os expositores estão EM NÍVEL de Divaldo. E tem outra coisa, se este centro atender à sua sugestão, em convidar expositores para falarem DE ENCONTRO à Doutrina Espírita, é preferível que o centro feche as portas, porque o recomendável é que os expositores falem coisas que vão AO ENCONTRO da doutrina.”
A mulher virou o cão, porque toda a plateia começou a rir e olhar para ela. Acho que foi um “diabinho” qualquer que me ajudou.
Mas já que numa hora desta eu não deixo por menos, continuei:
- “Você poderia explicar qual é o princípio que faz acender as lâmpadas fluorescentes deste centro? Poderia explicar porque estes ventiladores estão trazendo o vento para a frente e não para trás deles? Partindo do princípio que este auditório tem uns 50 metros, poderia me dizer quanto tempo leva para as pessoas, da última fileira, escutarem o que acaba de sair destas caixas de som que estão aqui na frente?”
Não é preciso dizer que a “trabalhadora espírita” se irritou profundamente, acusou-me de faltar com a caridade para com ela e começou a xingar a mim e ao dirigente da casa que tinha me convidado e, também, a todas as pessoas que riram dela, na plateia.
Allan Kardec diz uma coisa interessante, no seu livro “Viagem Espírita”:
- “Todas as vezes que espíritas começarem a divergir, sobre alguma coisa, aquele que começar a atacar, a xingar, a ofender e a se exaustar, com certeza está sem razão”.
Todo espírita deve estar consciente sempre de que, em Espiritismo, como na vida em geral, o conteúdo é incomparavelmente mais relevante do que a forma. Eu posso escrever um livro belíssimo, do ponto de vista gráfico, contratar o mais eficiente revisor gramatical, imprimir no mais luxuoso papel e até vender bem baratinho, como gostam os espíritas, pra poder ficar bem humildezinho, mas se tiver algum desvio doutrinário em seu conteúdo ou não tiver argumentos úteis a alguém, com certeza, aí sim, a obra estará com problema. (Relembremos as três peneiras de Sócrates).
Que ninguém venha entender que o Alamar está dizendo aqui que ninguém deve estudar e se especializar em gramática portuguesa (brasileira), porque não é nada disto. Muito pelo contrário, todos devemos, sim, envidar todos os esforços possíveis para conhecer o máximo que pudermos, e inclusive, o ideal é que todos os brasileiros falem correctamente o idioma pátrio e saibam também se comunicar com clareza e facilidade de entendimento no que querem dizer.
O que quero deixar claro é que: por ser importante não quer dizer que seja o mais relevante.
Que as pessoas que possuem apenas um martelo, arrumem um jeitinho para adquirirem, também, algumas chaves de fendas, alicates, furadeiras, jogos de chaves diversas e o maior número possível de ferramentas, para não continuarem achando que todo problema do mundo é prego e nem que todo mundo é besta.
Abração, Gente!
Alamar Régis Carvalho
alamar@redevisao.net
www.redevisao.net

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