Como casam os espíritas? Existem cerimónias de casamento nos centros espíritas?
Para nós, aos olhos de Deus é igual que um casal de case pelo civil, pela Igreja Católica, por outra religião, ou até mesmo que vivam juntos sem nenhum papel assinado, desde que exista amor e respeito mutuo estão reunidas as condições para que sejam felizes.
Assim, um espírita casa como quiser, se um dos membros do casal for Católico, Protestante, Judeu, Muçulmano… etc. e fizer questão de casar pelo ritual da sua confissão religiosa, o espírita não tem qualquer problema com isso e é natural que participe nessa cerimónia tão importante para o(a) seu(sua) companheiro(a).
No espiritismo não existem rituais, nem cerimónias religiosas e isso claro inclui também o casamento. Sendo o espiritismo uma ciência filosófica de consequências morais, sem qualquer tipo de rituais e sem sacerdotes, não faz nenhum sentido passarem a existir casamentos nos centros espíritas, pois o espiritismo apela à melhoria interior de cada um e não a cerimónias de culto exterior.


12 comentários:
4.8.07
A meu ver, faz todo o sentido que o espiritismo seja assim, "uma ciência filosófica de consequências morais", desligada de rituais e sem sacerdotes - é isso mesmo que me atrai no espiritismo. Contudo, em outros "posts", incluindo mais abaixo, os autores deste blog parecem mostrar alguma preocupação em integrar os ensinamentos da Biblia na lógica do espiritismo ou em encontrar pontos de relacão entre o espiritismo e a religião, especialmente com o Cristianismo. Não sei se poderiam esclarecer melhor essa "ligação", uma vez que não consegui encontrar essa resposta nos vossos arquivos, por sinal, bastante interessantes e educativos. Continuem o bom trabalho.
5.8.07
Olá Nuno,
Vamos lá então tentar explicar isso...
"os autores deste blog parecem mostrar alguma preocupação em integrar os ensinamentos da Biblia na lógica do espiritismo ou em encontrar pontos de relacão entre o espiritismo e a religião, especialmente com o Cristianismo"
Embora o espiritismo não seja uma religião, é cristã... todos os que seguem a moral de Cristo, os ensinamentos de Jesus, são Cristãos.
Agora a ligação do espiritismo com a Bíblia:
Nada na natureza dá pulos enormes, como exemplo podemos ver os fosseis dos nossos antepassados... desde o primata até ao homo sapiens a evolução demorou milhões de anos, pois bem em termos espirituais funciona da mesma forma, os conhecimentos vão sendo dados ao homem na medida que ele tem capacidade para os compreender.
Para nós espíritas existiram 3 revelações, são elas a de Moisés, Cristo e o espiritismo, tomo a liberdade de transcrever uma parte de "O Evangelho Segundo o Espiritismo" onde isso está muito bem explicado:
"1. Não penseis que eu tenha vindo destruir a lei ou os profetas: não os vim destruir, mas cumpri-los: - porquanto, em verdade vos digo que o céu e a Terra não passarão, sem que tudo o que se acha na lei esteja perfeitamente cumprido, enquanto reste um único iota e um único ponto. (S. MATEUS, cap. V, vv. 17 e 18.)
Moisés
2. Na lei moisaica, há duas partes distintas: a lei de Deus, promulgada no monte Sinai, e a lei civil ou disciplinar, decretada por Moisés. Uma é invariável; a outra, apropriada aos costumes e ao caráter do povo, se modifica com o tempo.
A lei de Deus está formulada nos dez mandamentos seguintes:
I. Eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tirei do Egito, da casa da servidão. Não tereis, diante de mim, outros deuses estrangeiros. - Não fareis imagem esculpida, nem figura alguma do que está em cima do céu, nem embaixo na Terra, nem do que quer que esteja nas águas sob a terra. Não os adorareis e não lhes prestareis culto soberano. (¹)
II. Não pronunciareis em vão o nome do Senhor, vosso Deus.
III. Lembrai-vos de santificar o dia do sábado.
IV. Honrai a vosso pai e a vossa mãe, a fim de viverdes longo tempo na terra que o Senhor vosso Deus vos dará.
V. Não mateis.
VI. Não cometais adultério.
VII. Não roubeis.
VIII. Não presteis testemunho falso contra o vosso próximo.
IX. Não desejeis a mulher do vosso próximo.
X. Não cobiceis a casa do vosso próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu asno, nem qualquer das coisas que lhe pertençam.
(1) Allan Kardec cita a parte mais importante do primeiro mandamento, e deixa de transcrever as seguintes frases: "... porque eu, o Senhor vosso Deus, sou Deus zeloso, que puno a iniquidade dos pais nos filhos, na terceira e na quarta gerações daqueles que me aborrecem, e uso de misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos." - (ÊXODO, XX, 5 e 6.)
Nas traduções feitas pelas Igrejas católica e protestantes, essa parte do mandamento foi truncada para harmonizá-la com a doutrina da encarnação única da alma. Onde está "na terceira e na quarta gerações", conforme a tradução Brasileira da Bíblia, a Vulgata Latina (in tertiam et quartam generationem), a tradução de Zamenhof (en la tria kaj kvara generacioj), mudaram o texto para "até à terceira e quarta gerações".
Esses textos truncados que aparecem na tradução da Igreja Anglicana, na Católica de Figueiredo, na Protestante de Almeida e outras, tornam monstruosa a justiça divina, pois que filhos, netos, bisnetos, tetranetos inocentes teriam de ser castigados pelo pecado dos pais, avós, bisavós, tetravós. Foi uma infeliz tentativa de acomodação da Lei à vida única. - A Editora da FEB, 1947.
O texto certo que, por mercê de Deus, já está reproduzido pelas edições recentíssimas a que nos referimos - traduções Brasileira e de Zamenhof -, que conferem com S. Jerônimo, mostra que a Lei ensina veladamente a reencarnação e as expiações e provas. Na primeira e na segunda gerações, como contemporâneos de seus filhos e netos, o Espírito culpado ainda não reencarnou, mas, um pouco mais tarde - na terceira e quarta gerações - já ele voltou e recebe as consequências de suas faltas. Assim, o culpado mesmo, e não outrem, paga sua dívida.
Logo, têm-se de excluir a primeira 1ª e 2ª gerações e expressar "na" 3ª e 4ª, como realmente é o original. Achamos conveniente acrescentar aqui esta nota, para facilitar a compreensão do estudioso que confronte a sua tradução da Bíblia com a citação do Mestre. - A Editora da FEB, 1947.
É de todos os tempos e de todos os países essa lei e tem, por isso mesmo, caráter divino. Todas as outras são leis que Moisés decretou, obrigado que se via a conter, pelo temor, um povo de seu natural turbulento e indisciplinado, no qual tinha ele de combater arraigados abusos e preconceitos, adquiridos durante a escravidão do Egito. Para imprimir autoridade às suas leis, houve de lhes atribuir origem divina, conforme o fizeram todos os legisladores dos povos primitivos. A autoridade do homem precisava apoiar-se na autoridade de Deus; mas, só a idéia de um Deus terrível podia impressionar criaturas ignorantes, em as quais ainda pouco desenvolvidos se encontravam o senso moral e o sentimento de uma justiça reta. E evidente que aquele que incluíra, entre os seus mandamentos, este: "Não matareis; não causareis dano ao vosso próximo", não poderia contradizer-se, fazendo da exterminação um dever. As leis moisaicas, propriamente ditas, revestiam, pois, um caráter essencialmente transitório.
O Cristo
3. Jesus não veio destruir a lei, isto é, a lei de Deus; veio cumpri-la, isto é, desenvolvê-la, dar-lhe o verdadeiro sentido e adaptá-la ao grau de adiantamento dos homens. Por isso é que se nos depara, nessa lei, o principio dos deveres para com Deus e para com o próximo, base da sua doutrina. Quanto às leis de Moisés, propriamente ditas, ele, ao contrário, as modificou profundamente, quer na substancia, quer na forma. Combatendo constantemente o abuso das práticas exteriores e as falsas interpretações, por mais radical reforma não podia fazê-las passar, do que as reduzindo a esta única prescrição: "Amar a Deus acima de todas as coisas e o próximo como a si mesmo", e acrescentando: aí estão a lei toda e os profetas.
Por estas palavras: "O céu e a Terra não passarão sem que tudo esteja cumprido até o último iota", quis dizer Jesus ser necessário que a lei de Deus tivesse cumprimento integral, isto é, fosse praticada na Terra inteira, em toda a sua pureza, com todas as suas ampliações e conseqüências. Efetivamente, de que serviria haver sido promulgada aquela lei, se ela devesse constituir privilégio de alguns homens, ou, sequer, de um único povo? Sendo filhos de Deus todos os homens, todos, sem distinção nenhuma, são objeto da mesma solicitude.
4. Mas, o papel de Jesus não foi o de um simples legislador moralista, tendo por exclusiva autoridade a sua palavra. Cabia-lhe dar cumprimento às profecias que lhe anunciaram o advento; a autoridade lhe vinha da natureza excepcional do seu Espírito e da sua missão divina. Ele viera ensinar aos homens que a verdadeira vida não é a que transcorre na Terra e sim a que é vivida no reino dos céus; viera ensinar-lhes o caminho que a esse reino conduz, os meios de eles se reconciliarem com Deus e de pressentirem esses meios na marcha das coisas por vir, para a realização dos destinos humanos. Entretanto, não disse tudo, limitando-se, respeito a muitos pontos, a lançar o gérmen de verdades que, segundo ele próprio o declarou, ainda não podiam ser compreendidas. Falou de tudo, mas em termos mais ou menos implícitos. Para ser apreendido o sentido oculto de algumas palavras suas, mister se fazia que novas idéias e novos conhecimentos lhes trouxessem a chave indispensável, idéias que, porém, não podiam surgir antes que o espírito humano houvesse alcançado um certo grau de madureza. A Ciência tinha de contribuir poderosamente para a eclosão e o desenvolvimento de tais idéias. Importava, pois, dar à Ciência tempo para progredir.
O Espiritismo
5. O Espiritismo é a ciência nova que vem revelar aos homens, por meio de provas irrecusáveis, a existência e a natureza do mundo espiritual e as suas relações com o mundo corpóreo. Ele no-lo mostra, não mais como coisa sobrenatural, porém, ao contrário, como uma das forças vivas e sem cessar atuantes da Natureza, como a fonte de uma imensidade de fenômenos até hoje incompreendidos e, por isso, relegados para o domino do fantástico e do maravilhoso. E a essas relações que o Cristo alude em muitas circunstâncias e dai vem que muito do que ele disse permaneceu ininteligível ou falsamente interpretado. O Espiritismo é a chave com o auxilio da qual tudo se explica de modo fácil.
6. A lei do Antigo Testamento teve em Moisés a sua personificação; a do Novo Testamento tem-na no Cristo. O Espiritismo é a terceira revelação da lei de Deus, mas não tem a personificá-la nenhuma individualidade, porque é fruto do ensino dado, não por um homem, sim pelos Espíritos, que são as vozes do Céu, em todos os pontos da Terra, com o concurso de uma multidão inumerável de intermediários. É, de certa maneira, um ser coletivo, formado pelo conjunto dos seres do mundo espiritual, cada um dos quais traz o tributo de suas luzes aos homens, para lhes tornar conhecido esse mundo e a sorte que os espera.
7. Assim como o Cristo disse: "Não vim destruir a lei, porém cumpri-la", também o Espiritismo diz: "Não venho destruir a lei cristã, mas dar-lhe execução." Nada ensina em contrário ao que ensinou o Cristo; mas, desenvolve, completa e explica, em termos claros e para toda gente, o que foi dito apenas sob forma alegórica. Vem cumprir, nos tempos preditos, o que o Cristo anunciou e preparar a realização das coisas futuras. Ele é, pois, obra do Cristo, que preside, conforme igualmente o anunciou, à regeneração que se opera e prepara o reino de Deus na Terra.
Aliança da Ciência e da Religião
8. A Ciência e a Religião são as duas alavancas da inteligência humana: uma revela as leis do mundo material e a outra as do mundo moral. Tendo, no entanto, essas leis o mesmo princípio, que é Deus, não podem contradizer-se. Se fossem a negação uma da outra, uma necessariamente estaria em erro e a outra com a verdade, porquanto Deus não pode pretender a destruição de sua própria obra. A incompatibilidade que se julgou existir entre essas duas ordens de idéias provém apenas de uma observação defeituosa e de excesso de exclusivismo, de um lado e de outro. Daí um conflito que deu origem à incredulidade e à intolerância.
São chegados os tempos em que os ensinamentos do Cristo têm de ser completados; em que o véu intencionalmente lançado sobre algumas partes desse ensino tem de ser levantado; em que a Ciência, deixando de ser exclusivamente materialista, tem de levar em conta o elemento espiritual e em que a Religião, deixando de ignorar as leis orgânicas e imutáveis da matéria, como duas forças que são, apoiando-se uma na outra e marchando combinadas, se prestarão mútuo concurso. Então, não mais desmentida pela Ciência, a Religião adquirirá inabalável poder, porque estará de acordo com a razão, já se lhe não podendo mais opor a irresistível lógica dos fatos.
A Ciência e a Religião não puderam, até hoje, entender-se, porque, encarando cada uma as coisas do seu ponto de vista exclusivo, reciprocamente se repeliam. Faltava com que encher o vazio que as separava, um traço de união que as aproximasse. Esse traço de união está no conhecimento das leis que regem o Universo espiritual e suas relações com o mundo corpóreo, leis tão imutáveis quanto as que regem o movimento dos astros e a existência dos seres. Uma vez comprovadas pela experiência essas relações, nova luz se fez: a fé dirigiu-se à razão; esta nada encontrou de ilógico na fé: vencido foi o materialismo. Mas, nisso, como em tudo, há pessoas que ficam atrás, até serem arrastadas pelo movimento geral, que as esmaga, se tentam resistir-lhe, em vez de o acompanharem. E toda uma revolução que neste momento se opera e trabalha os espíritos. Após uma elaboração que durou mais de dezoito séculos, chega ela à sua plena realização e vai marcar uma nova era na vida da Humanidade. Fáceis são de prever as conseqüências: acarretará para as relações sociais inevitáveis modificações, às quais ninguém terá força para se opor, porque elas estão nos desígnios de Deus e derivam da lei do progresso, que é lei de Deus."
Isto ficou um bocado longo, mas esperamos ter ajudado a esclarecer a sua dúvida.
Grande abraço.
5.8.07
Também pode ler o post do amigo Mário, "O Consolador já veio?" (eventos em destaque - visão espírita da Bíblia).
Grande abraço.
Francisco.
5.8.07
Caro Francisco,
Agradeço a sua amável resposta, mas devo ser um dos tais que não está preparado para entender, porque mantenho as minhas dúvidas...
Fundamentalmente, porque, sendo "obra de Cristo" segundo o que disse, isto coloca em causa todos os que não são crentes no Cristianismo – a maioria da população mundial…
Prevendo ocupar demasiado espaço e tempo aqui, irei “abusar” da vossa generosidade e enviar por email as questões que ainda persistem.
Cumprimentos fraternos,
Nuno
6.8.07
Olá Nuno,
Quando escrevi que as revelações vão sendo dadas na medida em que o homem vai tendo capacidade de a entender, estava a referir-me ao homem "nós todos que andamos neste planeta", não a pessoas individuais :)
Um de nós irá responder ao seu mail e dentro das nossas possibilidades vamos escrever mais posts sobre o assunto.
Abraço fraterno.
Francisco
17.10.07
Coloco aqui minha posição quanto ao "Casamento Espírita".
Concordância total quanto à posição explicitada no caput deste artigo.
O que desejo levar aos espíritas é a seguinte reflexão:
Qualquer capitão de navio, aeronave ou similares têm a autoridade de realizarem casamento civil. Padres, pastores e afins também tem outorgado este direito pela lei vigente. O que não se pode admitir é nós espíritas acatarmos a proibição da justiça por não reconhecer o espiritismo como uma congregação. Estou portanto com José Medrado, ilustre Médiun baiano que ao se ver tolhido de tal comemoração em sua casa espírita só ter conseguido o feito através de liminar judicial. O pior no entanto, foi a crítica que o meio espírita a ele destinou.
José Paulo Chinelate - Espírita - Fortaleza - CE
19.10.09
Vou ser bem franco...sou espirita, gosto de ser, e continuarei sendo... oque eu nao admito é ver tantos ctrl+c e depois ctrl+v neste blog... deixamos de sermos hipocritas...quando que em uma reuniao espirita nao tem um ritual? tem até hora para começar...leituras... e outras coisas que todos estamos cansados de saber...gente vamos tirar este "tapa" de nossos olhos... na propria obra de Kardec (a Genesis) fala que tudo vai evoluindo...ou nós estamos neste mundo para que? ficarmos estacionados ou evoluirmos... ficar se prendendo a fatos que se deram em 1856 e dai para frente...gente acorda...evoluimos...daqui uns dias vamos ter que carregar o Evangelho debaixo do braço...não forcem a amizade... se eu quiser casar com um membro espirita realizando a cerimonia então nao posso...toda festa que marca nossa passagem pela vida na terra tem sim que existir "cerimonia" para celebrar com bons espiritos e e espiritos superiores mas uma missao que viemos cumprir na terra, e com suas bençãos...MAS UMA VEZ EVOLUAM EM SEUS PENSAMENTOS, NAO FIQUEM NO SECULO 19...ACORDEM!!!!!!
19.10.09
Olá Marcelo,
- O que vem a ser isso do "ctrl+c e depois ctrl+v"? Fale lá linguagem que um "velhote" entenda, sff :)
- A obra de Kardec chama-se A Génese; o Genesis é o primeiro livro do Antigo Testamento, certo?
- Se o Marcelo quiser celebrar uma festa no centro espírita, no dia do seu casamento, como fez Medrado e foi mal interpretado (rima e é verdade), é totalmente livre do o fazer.
- O que vai contra a própria natureza do Espiritismo é a administração de sacramentos (casamento, baptismo, extrema-unção, missa de corpo presente, etc.).
- pois o Espiritismo, conquanto possa ser considerado religião (afinal, no Espiritismo fala-se de Deus e da vida eterna, que são assuntos de religião)
- não é uma religião no sentido tradicional do termo, pois não se ocupa do exterior (sacerdócio, rituais, sacramentos, etc.), mas sim do interior (evolução espiritual).
- Se quisermos considerar que uma reunião espírita é um ritual porque tem hora de começar, então jogo de futebol, aula, espectáculo, e até encontro de namorados, serão também rituais...
Abraço Fraterno,
AA
19.10.09
Olá Marcelo,
Concordo com o que escreveu o André, chamo só a sua atenção para um pormenor:
Se existe coisa que todos os membros deste blog se esforçam por fazer é não usar "copiar" (ctrl+c) "colar" (ctrl+v).
Não quero dizer com isto que não vamos buscar textos a outros sítios, vamos sim e estão sempre identificados, mas na esmagadora maioria das vezes fazemos um esforço para escrever textos originais.
Abraço.
6.7.10
gostaria que me tira-se uma duvida.sou noiva e queria fazer uma celebração espirita.ja que nao tem o ritual do casamento.Como devo proceder?será que vcs pode me ajudar.obrigada.
7.7.10
Olá Verónica,
O André respondeu à sua questão no post Como casam os espíritas?
Abraço.
22.2.11
Olá, Bom dia, possuo uma relação estável, porém não sou casada no civil, pois sou desquitada do meu relacionamento anterior, gostaria muito que fosse realizada uma celebração do nosso enlace, muito mais verdadeiro do anterior que tive que o fiz conforme as "regras" civis... por favor é possível? Me esclareça, por gentileza. Grata
Enviar um comentário